Comidas nojentas e impressionantes que vão atiçar sua curiosidade e fome igualmente - Fatos Desconhecidos

Comidas nojentas e impressionantes que vão atiçar sua curiosidade e fome igualmente

Curiosidades | História | 28 de fevereiro de 2015 por A Redação

Você acha que está sendo bizarrão ao colocar requeijão no miojo, misturar salada com feijão ou carne com doce? Bom, isso tudo é bastante nojento, mas no Ártico, as pesoas comem esse negócio da foto, chamado Muktuk, que é feito de pele de baleia. De acordo com o pessoal de lá, as mais gostosas, nessa ordem, são as da baleia-da-Groelândia, narwhal e beluga.

Além disso, podem ser temperadas com sal ou comidas frescas, fritas, picadas ou cruas; enquanto a gordura do tecido adiposo é nutritiva, a pele em si tem uma consistência borrachuda, tipo um toucinho de baleia. Confira aqui alguns outros pratos bastante…característicos ao redor do mundo:

Torta de Vinagre

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Não se sabe muito bem quem começou com a moda, mas há registros da receita desde 1800, e supostamente começou pelo uso de vinagre de maçã ao invés de sucos de outras frutas mais caras, como o limão, e por isso era chamada de “torta de limão de pobre”.

Há várias versões dela, tanto doces quanto azedas, e durante a Grande Depressão, pós 1929, era bastante popular, em especial com bolacha de água e sal, e até hoje existe, inclusive em versões mais finas, com vinagre balsâmico.

So

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O único laticínio de origem japonesa, é feito mais ou menos como doce de leite, batendo-se exaustivamente a bebida até que se torne uma coisa sólida e pastosa. Não era exatamente gostoso, mas considerado uma iguaria ligada à nobreza no Japão feudal, representando o sonho da nação de conseguir preservar alimentos por longos períodos de tempo. Estima-se que seu gosto fosse extremamente azedo e concentrado, como uma polpa de iogurte, se isso existisse.

Ambergris

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Eram vistos como saliva de dragões petrificada (não nos pergunte o porquê) na China antiga, mas na verdade são fezes de baleia, compostas por gordura e bile, que em contato com o oceano tornam-se petrificadas e com textura cerosa.

Seu cheiro duradouro e profundo lhe rendeu uso em diversas fórmulas de perfumes, incluindo o célebre Chanel No. 5. Também era comido em outras culturas além da chinesa, como por exemplo na Pérsia, onde era servido com sorvete de limão. Já os franceses o comiam com chocolate, e o famoso Casanova, como afrodisíaco. Hoje em dia, com a raridade de baleias, é incrivelmente valioso e até proibido – mas quem já comeu diz que o sabor é inesquecível.

A Torrada de Torrada

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Esse não é exatamente nojento, mas bizarro. Afinal, é um sanduíche de pão, feito com uma fatia de torrada entre duas de pão não-torrado, o que pode ser incrementado com ovos, pimenta, sal, sardinhas e vegetais como cenoura. Apesar de ser comido principalmente como café da manhã, nas épocas de pobreza da Inglaterra já foi prato principal pra muita família, até hoje constando em livros culinários britânicos, com várias modificações e temperos. Ganhou o título de “A Refeição Mais Barata da Inglaterra”, e dificilmente será superado na categoria.

Ovos de Iguana Negra

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Na cultura Maia, esse alimento composto praticamente só de gema era considerado nutritivo e delicioso, um alvo inesperado já que não temos o costume de comer ovos de répteis, o que foi muito estranhado pelos europeus, já que os povos andinos dominavam a agricultura, além de domesticar abelhas e outros insetos, mas nenhum mamífero para dar base proteica à alimentação.

Por outro lado, as iguanas negras não precisavam passar tanto tempo na água quanto as verdes, e podiam ficar longos períodos sem comida ou água, o que as fazia perfeitas para sobreviver a épocas de dificuldade climática e viagens. Hoje em dia, é ilegal caçá-las, o que provavelmente manterá o sabor da iguaria no passado.

Heron assado

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O Heron, ou Ardeidae, em português, é uma ave parecida com a garça e que pouca gente pensaria em capturar ou comer, mas, com a necessidade, surgem receitas estranhas, como o Heron assado. Pesando apenas 2 kgs já em estágio adulto, as aves não eram exatamente nutritivas e precisavam ser comidas em grandes quantidades. A parte boa (ou ruim) é que eram cobertos e gengibre antes de gratinados.

Ratos recheados

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Hamsters e ratinhos caseiros podem ser nojentos ou engraçados pra você, mas pros romanos eram uma iguaria, cozida em potes de cerâmica chamados “glirarium”, onde eram engordados durante o inverno para serem comidos no verão. Quando bem estufados, eram mortos e recheados com nozes e assados com mel e temperos, servidos geralmente como aperitivo. Na Eslovênia e Croácia, ainda é considerado um quitute tradicional.

Salada de Gelatina

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Desde 1600 as pessoas gostam de misturar coisas com gelatina, entre elas algumas bem bizarras, como camarões, carne ou salada. A gelatina com saladas, por sua vez, foi popularizada como um método para popularizar e tornar “mais jovem” o consumo de vegetais entre as famílias de 1960, com a sugestão de ser servido com maionese.

Gelatina de Bexiga de Peixes

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Com as bexigas de peixes Esturjão, essa delícia (?) foi originalmente usada como um ingrediente para cola, transformando-se em alimento pela curiosidade de algum marceneiro esfomeado. A substância base da comida é o chamado isinglass, que é usado para fazer bebidas como cerveja e vinho, inclusive a cerveja Guinness.

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