Sabia que é impossível encostar em algo ou alguém fisicamente, segundo a ciência? - Fatos Desconhecidos

Sabia que é impossível encostar em algo ou alguém fisicamente, segundo a ciência?

Ciência e Tecnologia | 1 de setembro de 2015 por Eduardo Coelho

Olá querido leitor da Fatos Desconhecidos, essa é uma pauta de conteúdo científico, mais voltado para a física e para a química, por motivos de: Tem quem goste!

Brincadeiras à parte, vamos tentar levantar para vocês, uma teoria que é extremamente difundida e que explica um dos princípios que comprovam, que na natureza, basicamente tudo tende ao equilíbrio, que se dá devido ao somatório de algum determinado conjunto de elementos semelhantes e que de fato resulte em zero.

Meio estranho, não? Mas calma ai, se segure que iremos explicar essa bagunça toda. Confira logo abaixo toda esse desenrolar, e a explicação do porquê a gente não verdadeiramente ‘encosta’ nas coisas:

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Tudo o que existe em todo o universo é formado por átomos, que ainda são divididos em materiais menores ainda chamados prótons, neutros e elétrons. Não precisa nem ser expert em física e química pra saber disso.

Sem contar que mais de 99% do interior do átomo, é composto de vácuo, de conteúdo vazio. O que faz a maioria das pessoas se perguntarem quais seriam os motivos lógicos que não levariam um a cruzar com o outro mais próximo, ou  atravessá-lo. Afinal, trata-se de um composto revestido por um conteúdo simples e dotado de um pequeno núcleo, para todo o restante de espaço interior.

A resposta para esse enigma em forma de dilema, é mais simplória do que imaginávamos: Nós JAMAIS, realmente encostamos nas outras coisas, pessoas, objetos e etc etc etc… Calma aí que parece mais lógico do que parece!

Ao nos aproximarmos bastante de um corpo qualquer que seja, temos a sensação de estarmos tocando-o, entretanto, o que ocorre é uma coisa chamada repulsão elétrica ou repulsão magnética, ou repulsão eletrônica, ou somente repulsão mesmo.

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Que é o nome dado ao fenômeno natural, onde duas partículas de cargas iguais acabam não se repelindo, o que leva a crer que nos aproximamos bastante de outros ‘corpos’, mas de fato não chegamos a tocá-los.

De acordo com o que alteramos a intensidade e força com o qual tocamos as coisas, seja a mão, ou qualquer parte do nosso corpo, rente e junto a outra(s) superfície(s), mais forte se torna a repulsa que não possibilita que os corpos sejam transponíveis. Ou seja, em todos os casos, sempre vai haver um espaço inócuo e a vácuo que não é visível aos nossos olhos, entre dois ou mais corpos que estejam aparentemente conectados.

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Obviamente que se submetidas a determinadas condições, como o calor extremo ou a ausência de calor, a repulsão elétrica, apresentará cenários diferenciados. Em casos de calor excessivo, os átomos de hidrogênio presentes na repulsão elétrica, ganham uma força maior, o que lhes permite brilhar de modo mais intenso e propagar as suas respectivas energias de modo mais expansivo.

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