4 fenômenos que podem dizimar a humanidade

POR Thamyris Fernandes    EM Mundo Animal      16/09/14 às 21h06

Quem é religioso e conhece as histórias da Bíblia cristã, sabe que o mundo já foi alagado, durante o dilúvio. É aí que aparece a arca de Noé e salva um casal de cada espécie animal da Terra e assim por diante.

Acontece, no entanto, que esse mesmo Livro Sagrado prevê a destruição total do nosso planeta algum dia. E, junto com o globo, claro, o sumiço de toda a humanidade. Apesar de muito gente considerar essa uma parábola bíblica, carregada de outros significados que não o literal; há especialistas que apostam no apocalipse como algo mais real que religioso.

Para a comunidade científica, há possibilidades de o mundo realmente entrar em colapso por fatores naturais ou bélicos, embora a primeira reação, ligada à fúria da natureza, seja a grande aposta de boa parte dos estudiosos. Mas, como há sempre opiniões controversas há outros fatores que, segundo os cientistas, podem nos tirar de vez do mapa (veja aqui como seria o mundo sem as pessoas).

Confira a lista abaixo e saiba quais os fenômenos catastróficos mais possíveis de acontecer e descubra qual o tempo estimado para que eles sucedam:

1. Calor escaldante

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Risco de ocorrer: muito alto

Quando: em alguns séculos

Como todo mundo já sabe, o calor cada vez maior tem derretido as calotas polares e elevando o nível dos mares. Em algumas centenas de anos é possível essa água venha a inundar as áreas litorâneas. Em consequência das enchentes e do aumento da temperatura, é possível que a quantidade de terras férteis diminua. Somado a isso tudo, tem ainda o aumento populacional, que não é interrompido. No final, a fome e a sede acabariam matando todo mundo.

Como evitar: O derretimento dos gelos polares já começou a algum tempo, mas ainda dá para tentar evitar o pior, adotando uma forma de vida mais sustentável.

2. Colisão fatal

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Risco de ocorrer: alto

Quando: a qualquer momento

Um asteroide com mais de 1 quilômetro de diâmetro colidindo com a Terra, levantaria tanta poeira que poderia tapar a luz do Sol durante anos! Pelo menos é essa a previsão dos cientistas. Em consequência da falta de luz, plantas (que precisam dos raios solares para fazer a fotossíntese), animais (que comem vegetais) e seres humanos (que se alimentam de ambos) correriam aos poucos.

Como evitar: Não há como evitar que um meteoro dessa proporção se choque com a Terra, mas é possível monitorar a movimentação do Universo e pensar em formas de destruí-lo antes que ele atinja nossa órbita.

3. Bomba atômica

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Risco de ocorrer: baixo

Quando: a qualquer momento

Estamos vivendo um período de instabilidade política, como todo mundo sabe, com os conflitos na ucrânia e os bombardeios dos Estados Unidos no Iraque. Todas essas situações deixam o mundo em tensão, especialmente porque envolvem países donos de arsenais atômicos, como EUA e Rússia, que poderiam detonar uma guerra.

Só para ter uma média, seriam necessárias cerca de 8 mil bombas, de 1 megaton cada, para gerar um inverno nuclear na Terra. Apesar de ser uma grande quantidade, é preciso pensar que todo o arsenal não viria de uma só nação, o que facilitaria o colapso. Além disso, quem não morresse nas explosões, seria morto à míngua, quando o Sol deixasse de aparecer, ao ser coberto pela poeira do bombardeio.

Como evitar: Destruindo todo arsenal nuclear do planeta...(embora essa também pareça uma ideia pouco viável).

4. Peste global

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Risco de ocorrer: baixo

Quando: não é possível prever

Um ataque com um vírus como o da varíola, assim como um vírus artificial ou - mais recentemente - como o ebola, pode matar uma quantidade sem fim de pessoas, caso se espalhe por todos os países. No caso do ebola, por exemplo, o vírus ainda está contido nos países africanos; mas é preciso levar em consideração que não há uma vacina ou tratamento com eficácia comprovada contra a doença. Além disso, as pessoas estão se contaminando por entrarem em contato com fluídos corporais, sangue e secreções infectados.

Como evitar: investindo em vacinas e no desenvolvimento de tratamentos para a doença. Além de continuar mantendo isoladas as pessoas contaminadas.

Thamyris Fernandes
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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