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7 coisas sobre a magia de Harry Potter que não fazem muito sentido

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A cultura pop é um universo gigante, com espaço para todos os tipos de gostos que imaginar. Apesar disso, poucos grupos conseguem ser tão grandes como o de Harry Potter. Introduzidos pelos livros, filmes ou pela combinação de ambos, os fãs da franquia conseguiram criar um mundo à parte e mergulhar ainda mais no universo mágico criado por JK Rowling.

Atualmente, Harry Potter é um nome que precede sua fama. A pessoa pode não gostar, mas certamente já ouviu falar do menino que sobreviveu. Embora as histórias e todos os seus detalhes sejam incríveis, algumas coisas parecem ter escapado da atenção de Rowling. Algo bastante compreensível, afinal, quando se cria algo dessa magnitude, dificilmente é possível manter todos os detalhes em ordem. No entanto, exercitar a curiosidade faz parte do mundo nerd. Por isso, separamos alguns pontos sobre a magia dentro do universo de Harry Potter que não parecem fazer muito sentido.

1 – Os retratos

A tradição em torno de retratos é tão confusa que até mesmo a J.K. Rowling teve que fazer uma declaração a respeito de como eles funcionam exatamente. De acordo com a autora, eles são apenas reflexos da personalidade e das experiências vividas pela pessoa neles. Ou seja, as pessoas não estão realmente presas ali. Elas não possuem lembranças ou conhecimento. Mas isso não explica, por exemplo, o retrato de Dumbledore em Relíquias da Morte, em suas conversas com Snape.

2 – Seção de Registro de Animagos

Esse departamento é, sem dúvidas, uma das criações mais legais do universo de Harry Potter. A capacidade de se transformar em um animal à vontade é uma habilidade invejável. Apesar disso, é um pouco estranho que apenas essa técnica precise de uma seção de registro. Fabricantes de poção, por exemplo, são muito mais perigosos que animagos e mesmo assim não possuem qualquer tipo de controle. Na história, esse registro serve basicamente para o arco envolvendo Sirius Black e Rabicho.

3 – Vira Tempo é ignorado

No livro Harry Potter e a Ordem da Fênix, todo o estoque de Vira Tempo é destruído. Isso explica porque nenhum personagem o usa mais. No entanto, o que a história não explica é porque nenhuma pessoa, nem mesmo no governo, usava o aparelho antes dos eventos do  quinto livro. Todos sabem do perigo e das consequências de usar o Vira Tempo, contudo, os danos feitos por Lord Voldemort ao longo dos anos foram muito mais terríveis. Por que deixar tudo isso acontecer se o Ministério tinha uma, ao menos tentativa de solução em mãos?

4 – A lenda das Relíquias da Morte

Embora todas as lendas envolvendo as Relíquias da Morte tenham se mostrado verdade, existe uma em especial que J.K. Rowling nunca chegou a responder nas histórias. A pessoa que possui as três relíquias é mesmo possível de “derrotar a morte”? A pergunta permanece porque nenhum personagem conseguiu ficar em posse das três relíquias ao mesmo tempo. Eventualmente, Harry obtém as três, mas nunca ao mesmo tempo.

5 – Adivinhação é mesmo uma arte a ser ensinada?

De fato, a aula de Adivinhação não é levada a sério por quase ninguém, nem mesmo por Dumbledore e Minerva McGonagall. A aula até seria retirada do currículo escolar, até o diretor de Hogwarts conhecer Sibila Trelawney. No entanto, ao que parece, essa habilidade não é algo que possa simplesmente ser ensinado em uma turma cheia. Aprender adivinhação é muito diferente de aprender um feitiço, ela está mais ligada com a subjeção. Mesmo assim, a matéria está lá.

5 – Feitiço do Patrono é o mais difícil de se conjurar

Em Harry Potter, fica bem claro que, para conjurar um Patrono, a pessoa precisa ter uma lembrança verdadeiramente feliz. Algo que se apresenta extremamente difícil, especialmente na frente de um Dementador. Essa é uma bela metáfora para a depressão. Contudo, a técnica se mostra difícil de realizar mesmo quando os alunos não estão em perigo. Por quê? Seria, talvez, porque o universo de Harry Potter é uma visão depressiva do mundo real?

6 – As três maldições imperdoáveis

Em um universo do tão grande quanto o Harry Potter, haver apenas três maldições imperdoáveis é um pouco estranho. As maldições Imperius, Cruciatus e da Morte são tão temidas quanto o próprio Voldermort em pessoa. Com tantos feitiços existentes no mundo mágico, essa quantidade pode ser questionável. Apesar disso, a decisão de J.K. Rowling em restringir os piores feitiços a um número baixo, pode ter sido muito melhor que misturar dezenas e não saber o que fazer com eles depois.

7 – Magia não verbal

Mais para o final da saga, Harry começa a praticar magias não verbais. Ou seja, não há necessidade de dizer o feitiço em voz alta para poder fazer acontecer. Porém, o personagem só consegue alguns, isso acontece porque a técnica é bastante difícil. A magia não verbal é conveniente, mas a história nunca explica o porquê de ela ser tão complicada de aprender. Mesmo quando a varinha e seu portador possuem uma conexão especial.

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