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7 fatos sobre guerras famosas que mostram que elas foram piores que se imagina

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A guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados, utilizando-se de armas para tentar derrotar o adversário. As guerras podem ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções políticas dentro do mesmo país, chamado de confronto interno.

Ao decorrer da histórias aconteceram algumas guerras, como a I e II Guerra Mundial, a Guerra Civil dos EUA e até mesmo a Guerra do Vietnã. Pois bem, caros leitores, vocês devem saber de muitas coisas tristes que aconteceram nas guerras, mas muitos fatos permanecem ocultos e por isso resolvemos fazer essa matéria. Trouxemos hoje para vocês 7 fatos sobre guerras famosas que mostram que elas foram piores que se imagina, confiram:

1 – Uma das coisas mais perigosas nos campos de batalha pode ser a… diarreia

Vemos em filmes e seriados sobre guerras pessoas morrendo por causa de explosões ou tiros. Muitos soldados morrem por causa de disenteria e diarreia aguda com ferimentos de guerra. Na Guerra Civil dos EUA, por exemplo, a diarreia era um caso sério, tanto que uma das regras dizia que era proibido fuzilar um homem enquanto ele estivesse fazendo suas necessidades.

Durante a Segunda Guerra Mundial os britânicos também sofreram com o mesmo problema. No dia 13 de março de 1915, o soldado britânico Ernest Cable morreu de disenteria. Estima-se que milhões de soldados tenham ficado doentes como Ernest na Primeira Guerra Mundial. A causa? Segundo estudos recentes, a bactéria Shigella flexneri teria sido a causa da disenteria de muitos soldados.

2 – Cães abandonados

Na Guerra do Vietnã, nem todos os soldados eram humanos. Cerca de 4 mil cachorros foram usados como rastreadores, sentinelas e cães de patrulha. Muitos cães morreram durante a guerra, sendo vítimas de tiroteios, armadilhas e doenças. Esses cães receberam crédito por terem salvo a vida de mais de 10 mil americanos.

Quando a guerra acabou, os militares americanos classificaram os cães como ‘equipamentos excedentes”. Isso significa que eles ou  os cães eram deixados para trás ou eram sacrificados. Os militares explicaram que os cães podiam ter pego doenças na selva ou que eles teriam se tornado violentos.

Muitos cães morreram e apenas 200 deles voltaram aos EUA. Os militares que serviram com os cachorros ficaram devastados. Um ex-marinheiro dos EUA diz que muitos ‘condutores de cachorros’ ficaram tão traumatizados que desenvolveram sintomas de estresse pós-traumático.

3 – Trabalhando forçado mesmo depois do fim da guerra

Ao fim de uma guerra, os soldados sobreviventes esperar receber um reconhecimento ou algo do tipo. Mas para muitos soldados britânicos, o fim de Segunda Guerra Mundial trouxe muito, mas muito trabalho.

Em 1943, a Grã-Bretanha cometeu um erro de não permitir que os mineiros fossem isentos de serem recrutados para o exército. Logo o país começou a ficar sem carvão. Para resolver o problema, o governo decidiu ‘desviar’ recém-recrutados para as minas.

Muitos sentiram raiva a perceber que foram enganados, pois queriam ser heróis de guerra. Entre 1943 e 1948, quase 48.000 “Bevin Boys” (como eram chamados) executaram serviços vitais e perigosos, mas em grande parte não reconhecidos em minas de carvão. Muitos deles não foram liberados do serviço até bem mais de dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. A qualidade de vida dos “Bevin Boys” era de péssima qualidade.

E o esforço dos “Bevin Boys” não era reconhecido. Eles não recebia nenhum benefício e quando voltaram para casa eles não receberam seus antigos empregos de volta. Mas em 1995 o governo reconheceu os serviços dos “Bevin Boys”.

4 – Ricos pode legalmente pagar pobres para lutarem em uma guerra civil

Podemos dizer que na guerra todo mundo é quase igual. O uniforme, as armas e os riscos de morte são iguais para a maioria dos soldados. Mas na década de 1860, durante a Guerra Civil dos EUA, os homens ricos podiam comprar sua saída da batalha, pagando alguém para ocupar o lugar deles.

O governo convocava todos os homens sadios para lutar, mas os ricos pagavam um substituto para ocupar o lugar deles por cerca de 300 dólares. Entre as pessoas que conseguiram sair da batalha estavam Grover Cleveland, John D. Rockefeller, J.P. Morgan, Andrew Carnegie, George Templeton Strong e Abraham Lincoln.

Esse foi um grande tapa na cara de pessoas que não podiam pagar, até porque eles estavam arriscando suas vidas para salvar a vida dos mais ricos. A revolta foi tanto que fez com que gangues fossem formadas para agredir pessoas aparentemente ricas (os ‘homens de 300 dólares”, como eram chamados).

5 – O fenômeno Fragging

Na Guerra do Vietnã aconteceu um curioso e perigoso fenômeno chamado Fragging. Esse ato se baseava em atacar um superior com a intenção de assustá-lo ou matá-lo. Geralmente eram usadas granadas de fragmentação.

Dois fatos dos anos 60 marcaram a decaída moral e aumento da irascibilidade das tropas americanas. O primeiro fato é a administração de Nixon que buscava uma saída digna do conflito dos EUA e decidiu retirar as tropas progressivamente. Na prática eles seguiam enviando homens e soldados para serem mortos como moscas. O segundo fato foi o assassinato de Martin Luther King, que desatou a violência racial.

Os soldados então passaram a desobedecer ordens e questionar as coisas. Então começaram as deserções, a militância racial deixou os negros receosos e assim começou o fenômeno Fragging. Os oficiais incompetentes, fanáticos racistas ou suicidas era as vítimas do fenômeno. Primeiro era feito um aviso (uma trava de granada sobre a cama). Caso o oficial continuasse com o mesmo comportamento, ele iria pagar com a vida.

Estima-se que entre 1970 e 1971 houve 363 casos de vítimas do Fragging.

6 – Havaí passou por uma ditadura militar depois de Pearl Harbor

O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941. O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado de surpresa contra a Frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos da América e as suas forças de defesa.

Mas enfim, depois do ataque, a ilha de Oahu nunca mais foi a mesma. A população foi forçada a ajudar a fortificar as ilhas com arame farpado e fazer o que mais os militares mandassem. Tirar fotos do litoral, por exemplo, era proibido. Á noite tinha um toque de recolher, que significava que todos deveriam estar em casa às nove da noite, ou tal pessoa correria risco de tomar um tiro.

Os direitos constitucionais foram suspensos. Todos eram obrigados a andar com documentos, os jornais foram banidos, falar outro idioma a não ser o inglês não era nada bom e todos tinham suas correspondências lidas. Ah, também tinha um limite de dinheiro que cada pessoa podia andar. Se alguém quebrasse as regras iria parar em um tribunal militar.

Depois de alguns anos ficou claro que os japoneses não queriam invadir o Havaí e que a ‘ditadura’ que rolou por lá foi um pouco exagerada.

7 – Recrutamento forçado

Nos últimos anos ouvimos histórias terríveis sobre as atrocidades que as forças de Assad cometeram. Com provas tão contundentes de que os militares sírios estão envolvidos em crimes de guerra, você pode se perguntar por que alguém consideraria lutar por eles. A resposta é tão simples quanto deprimente: a maioria deles não tem escolha.

Desde 2014, o regime de Assad tem feito uma campanha de recrutamento direcionado a homens jovens na faixa dos 20 anos de idade. Os jovens são proibidos de fugirem do país e os que evitam servir o exército são multados, presos, demitidos de seus empregos ou mesmo intimidados pelas forças de segurança. Sem falar nas punições para os desertores, que estão cada vez piores.

Resumindo, com o recrutamento forçado Assad está garantindo que milhares de jovens relutantes se tornem ferramentas ativas nos seus atos de psicopatia.

Mas e vocês caros amigos, já conheciam todos esses fatos sobre essas guerras? Sabe de mais alguma coisa sinistra que podemos acrescentar na matéria? Não esqueça de comentar aqui embaixo!

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