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7 histórias surreais que vão fazer você acreditar no destino

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      04/07/18 às 18h13

Deixe alguém ir, se a pessoa for sua ela vai voltar. O que é pra ser seu não acaba com outro. Frases clichês do senso comum que todo mundo já ouviu e que em alguns casos até fazem sentido e se concretizam.

Queira você chamar de coincidência, fé ou qualquer outro nome, existem situações em que simplesmente não há uma razão lógica para explicar e aí acreditamos que aquilo foi obra do destino. O relato das histórias dessas pessoas selecionadas provam que às vezes realmente a única explicação cabível é acreditar no destino.

1 - Assalto nem tão traumático

Quase todos os assaltos que vem à nossa mente são atrelados a experiências negativas. Contudo até nesses casos é possível ver o destino aparecendo, de uma forma totalmente diferente da que era para ser, como é esse caso.

Me mudei para uma casa alugada e morei nela durante duas semanas. Um dia, decidi fazer um dia da beleza: passei uma máscara de argila azul dos pés à cabeça. De repente, entrou alguém. Eu, vestida com o "traje de Eva", azul como um Avatar, cruzei o olhar de um rapaz totalmente embasbacado. Me escondi na cozinha e peguei uma faca. O rapaz pegou um gás de pimenta do bolso. Dali passamos uns instantes e nós dois começamos a pensar em como tínhamos ido parar naquela situação. No fim das contas, o apartamento era dele. Quem alugou para mim foi sua avó, dedicada a resolver a vida sentimental do neto. Até hoje, lembramos de nossa discussão naquele dia. Continuo morando no mesmo lugar, mas hoje somos namorados.

2 - Reencontros inesperados

Quando estamos na escola, ou quando somos muitos novos temos vários 'amigos para sempre' e fazemos várias promessas um para o outro. Na maioria das vezes amizades de escola se distanciam, ainda mais quando são de pré escola ou ensino fundamental. Mas aqui não foi o caso.

Até os 10 anos de idade, vivi num pequeno povoado e frequentei o jardim de infância local. Minha mãe e minha tia contavam que, no jardim, eu era amigo de uma tal Daniela, e tinha até prometido me casar com ela. Muitos anos passaram, agora que eu moro na capital, conheci uma mulher e nossa relação ficou séria. Ela também se chamava Daniela, mas não dei muita importância a isso. Com o tempo, nos conhecemos melhor e eu contei a história do jardim de infância. E não é que era a mesma Daniela? Vamos nos casar em breve. Afinal de contas, é preciso sempre cumprir nossa palavra!

3 - Preço da honestidade

Que está cada vez mais difícil encontrar pessoas honestas no mundo todo mundo sabe. Sempre tem os que querem resolver com um 'jeitinho brasileiro' ou levar vantagem de alguma forma. Neste caso vamos ver que entre tantos desonestos, dois bons samaritanos se juntaram por acaso. Ou seria por destino?!

Perdi minha carteira. Dentro dela haviam documentos, dinheiro, cartões e uma foto do meu gato. Dois dias depois, encontrei um celular no ônibus. Liguei para a mãe da pessoa que havia perdido o aparelho. Fui a sua casa e, muito feliz, o homem disse que ainda existe gente honesta no mundo. Eu comentei que tinha perdido a carteira recentemente, por isso sabia o que ele sentia. De repente, o homem tirou uma carteira do bolso e perguntou se era a minha. Eu abri... e vi a foto do meu gato! Não consigo descrever o quanto nos surpreendemos. Todo o dinheiro e os cartões estavam no mesmo lugar. Hoje, nós dois somos grandes amigos. Não por acaso, o destino nos uniu. Milagres acontecem.

4 - Sete vidas por uma

Diz a lenda que os gatos tem 7 vidas, por isso vivem se esquivando de situações perigosas. E também tem aqueles que acreditam que os bichos de estimação percebem o ambiente ao redor e se entristessem ou ficam alegres conforme as pessoas ao seu lado. Nesse emocionante relato, uma gatinha teve essa total percepção.

No último outono, minha mãe foi diagnosticada com câncer. Os médicos diziam que ela tinha poucas chances de se recuperar. Eu ficava com ela no hospital, enquanto nossa gata ficava sozinha em casa. Com o tempo, passei a levá-la junto para o hospital, para que nos acompanhasse. No primeiro dia, a gata deitou sobre minha mãe e dormiu o dia inteiro. Na manhã seguinte, os enfermeiros chegaram para examinar minha mãe e perceberam que a gata não respirava. Tinha morrido. No dia seguinte, disseram que a doença da minha mãe estava regredindo e que os resultados dos exames eram muito bons, um verdadeiro milagre. Não temos outra explicação: a gata deu sua vida pela minha mãe.

5 - Maldito nome

Você tem aquela maldição com algum nome? Não pode ver um Rafael ou uma Ana que é certeza que você vai gostar daquela pessoa?! Então, parece que essa família inteira tem esse mesmo 'problema'. Deve ser um caos em reuniões de família né?!

Mais uma vez, me convenci de que a vida adora pregar peças. Minha irmã mais velha namorou um rapaz durante 5 anos, terminou e casou com o Alexandre. Meu irmão namorou uma moça por 8 anos, também terminou tudo e conheceu a bela Alexandra. E eu tive um relacionamento com meu namorado por 3 anos, mas nos separamos recentemente. E eu acabei conhecendo um jovem... Adivinhe como ele se chama?

6 - Ajudando o destino

Não se pode ficar sentado esperando que o destino se encarregue de tudo. É impossível ter algum resultado diferente fazendo as mesmas coisas sempre, né!? E o melhor dessa história é que quem tomou a iniciativa foi a mulher. Mostrando mais uma vez que o lugar delas é aonde elas bem entenderem.

Adoro a história sobre como meus pais se conheceram e começaram a namorar. Eles estavam juntos, na companhia de amigos, quando se apresentaram. Minha mãe estava preparando uma pizza e a massa, por descuido, caiu no colo de meu pai. Um mês depois, os mesmos amigos voltaram a se reunir e minha mãe deixou cair molho no colo daquele estranho. Foi o segundo desastre. Na terceira vez, papai resolveu simplificar as coisas e pedi-la em namoro. Estão preparando pizzas juntos há 21 anos.

7 - Patinhos amarelos

De ditados reconfortantes a língua portuguesa está cheia. E um dele é o famoso 'quando deus fecha uma porta, abre uma janela'. E nesse relato foi exatamente assim. Um short de patinhos amarelos, um café e uma demissão.

Muitas vezes, voltando para casa do trabalho muito tarde, sempre percorria o mesmo caminho. Não importava a hora, sempre me encontrava com um cara de shorts de patinhos amarelos, tomando um café num bar no térreo de um prédio de escritórios. Parecia uma espécie de ritual. Ao longo do tempo, começamos a nos cumprimentar, mas sem nos familiarizar. Um mês antes de eu ter sido demitida, ele desapareceu. Fui a uma entrevista de emprego e, de repente, o vi, com um terno e com uma aparência séria. Era o entrevistador! Ele gritou que era o destino e me contratou para o trabalho. Três meses depois, ele me pediu em casamento. Ele me deu alguns shorts idênticos aos dele. E hoje tomamos café juntos.




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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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