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7 países que têm grandes chances de se tornarem superpotências

POR Jesus Galvão EM Curiosidades 03/01/19 às 22h36

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No início do século XXI, os Estados Unidos se classificavam como uma superpotência. Desde o colapso da União Soviética, seu poder militar e econômico superou seus rivais. Sua cultura foi exportada para todo o mundo e foi altamente consumida. Em especial a música, o cinema e o jeans.

Entretanto, o equilíbrio do poder global não é perene e está em um estado de fluxo constante. Os EUA provavelmente continuaram a se esforçar para se manter como uma superpotência. No entanto, algumas outras nações estão diminuindo a distância. Especialistas preveem que, em algumas décadas, o domínio econômico norte americano chegará ao fim. Pensando nisso, listamos alguns dos países que possuem grandes chances de se tornarem superpotências. Confira!

1 -  China

Durante boa parte do século XX, a China estava dividida e enfrentando diversos problemas devido a guerras e problemas com seus vizinhos. Já no século XXI, ela parece finalmente ter despertado o leão adormecido, como descrito por Napoleão Bonaparte. Na verdade, em termos econômicos, a China já é uma superpotência.

Seu PIB de mais de 12 trilhões de dólares só é superado pelo dos EUA. Entretanto, se ajustado pelo poder de compra, a China fica no topo. Os bancos chineses estão financiando projetos de infraestrutura em 78 países. Isso foi visto como uma resposta ao Plano Marshall. Dessa forma, o gigante asiático terá acesso a mercados e recursos estrangeiros e ganhará aliados ao redor do mundo.

E quanto a questão militar, onde a China ainda esta atrás dos EUA, James Fannel, do Centro de Política de Segurança de Genebra, acredita que até 2030, a China terá mais navios de guerra do que a marinha norte americana e pode se estabelecer como um potência militar na Ásia.

2 - Índia

Prevê-se que a Índia em 2025 será a nação mais populosa do mundo. Enquanto a China enfrenta problemas relacionados à natalidade, a Índia possui a maior e mais jovem força de trabalho do mundo. O aumento populacional está sendo acompanhado por um primoroso crescimento econômico, e até 2050, alguns especialistas acreditam que a Índia terá superado os EUA.

Apesar da proximidade de porosos inimigos potenciais, como o Paquistão e a China, a Índia possui força militar suficiente para se sentir segura. Seu arsenal militar inclui cerca de cem ogivas nucleares e eles possuem capacidade para lançá-las da terra, do mar ou do ar, se necessário.

3 - Brasil

O Brasil, junto da China, Índia e a Rússia completa o quarteto das chamadas nações do BRIC. Eles foram agrupados por Jim O'Neil, do Goldman Sachs, quando em 2001, seu banco de investimento previu que até 2050, eles se tornariam quatro das cinco maiores economias do mundo. As nações então, junto da África do Sul, formaram uma espécie de aliança politica e formaram um banco para financiar projetos de desenvolvimento no mundo todo.

O país ainda é retido por questões como altos níveis de pobreza e desigualdade de renda. Cerca de apenas seis pessoas possuem riqueza combinada maior do que 100 milhões de pessoas mais pobres. No entanto, as riquezas naturais do Brasil, como o campo petrolífero de Tupi, descoberto em 2008, e uma outra descoberta exterior ainda mais substancial, podem colocar o Brasil entre os maiores exportadores de petróleo do mundo.

4 - Rússia

Duas décadas depois da morte da União Soviética, em 1992, o poder russo voltou a crescer. Seu orçamento militar, tanto em espécie, quanto em porcentagem do PIB, é um dos mais altos do mundo. No entanto, o país ainda é dependente do petróleo e sua economia é assombrada pelo fantasma da corrupção.

A Rússia é uma das cinco nações com poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas e possui um dos maiores arsenais de armas nucleares do mundo. É perfeitamente natural que no século XXI,  a Rússia possa reivindicar seu lugar como superpotência mundial.

5 - Japão

A derrota do Japão durante a Segunda Guerra Mundial deixou o país em ruínas. Cerca de 3 milhões de japoneses perderam a vida e quase todas as cidades no país foram devastadas. Mas com a ajuda financeira dos EUA e uma sociedade que possuía uma feroz ética de trabalho, logo o Japão conseguiu se reerguer. Durante a década de 1980, o país possuía a segunda maior economia do mundo e foi visto como uma superpotência emergente.

No entanto, o crescimento japonês estagnou e sua antiga rival, a China, o superou. Porém, ainda não é tarde. O Japão tem investido pesado em seu programa espacial. Visto as proezas tecnológicas produzidas pelo país e a sua considerável força econômica, haveria poucas nações que poderiam competir com eles. O controle do espaço poderia se revelar tão importante para as superpotências do século XXI quanto a força naval foi em séculos passados.

6 - Canadá

Ao longo do século XXI, as mudanças climáticas vão causando diversas mudanças ao redor do mundo. Mesmo sob previsões otimistas, isso poderia reformular a política global e o equilíbrio de poder. No Canadá, por exemplo, que é o segundo maior país do mundo em área, a quantidade de terra aumentará a medida que as geleiras que cobrem uma grande parte do país, derretem.

O país possui muitos recursos naturais como petróleo, minerais, metais preciosos e madeira. Além de possuir cerca de 20% de toda a água doce do mundo. Especialistas creem que grandes guerras do século XXI podem ser disputadas por reservas de água doce, de modo que este recurso se tornará mais valioso a medida que o tempo for passando.

7 - Arábia Saudita

A Arábia Saudita é o 12º maior país do mundo e o segundo mais rico em termos de recursos naturais. Suas reservas de petróleo e gás natural valem cerca de 34 trilhões de dólares. E isso significa capital financeiro e político. Os sauditas, como membro mais influente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, a OPEP, tem considerável influência sobre a oferta e o preço do produto.

Ao longo dos últimos anos, a Arábia Saudita investiu pesado em capacitação militar e em seu arsenal. Superando países como EUA, China e Rússia. A medida que as influências de nações ocidentais se tornam menos relevantes no Oriente Médio, esta é uma ótima oportunidade para a Arábia Saudita se tornar uma potência na região.

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Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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