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7 pessoas que confessaram seus crimes segundos antes da morte

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É extremamente natural que, no fim da vida, nos vejamos obrigados a fazer um balanço. Nesse momento, ou seja, no momento em que olhamos para trás, nos deparamos com alguns arrependimentos. Nesse ínterim, alguns tentam fazer as pazes com aqueles com quem brigaram. Outros tentam se aproximar daqueles que se afastaram. E, por fim, há também quem decide, por exemplo, confessar os crimes que cometeram.

A confissão, para muitos, ajuda a conquistar a paz. No fim da vida, aqueles que se arrependem de seus crimes, buscam, por meio da confissão, se libertar do pesado remorso. Aqui, em nossa lista, você vai conhecer sete pessoas que, em seus leitos de morte, falaram abertamente sobre os crimes que cometeram.

1 – Harvey Richardson

Harvey Richardson foi um bibliotecário. Morreu em um hospício com 77 anos. Após sua morte, encontraram em sua casa uma mala. Dentro, havia um recorte de um jornal local, o qual abordava um assassinato. O crime havia ocorrido 44 anos antes de seu falecimento. Juntamente com o recorte, encontraram também uma pistola, uma roupa íntima feminina e uma carta de 9 páginas. O documento confessava o assassinato de Lorraine Jacob. Ali, na carta, havia todas as informações que a polícia tentou descobrir quando a jovem morreu.

2 – Christopher Smith

Em 1975, quando Joan Harrison, de 26 anos, foi encontrada morta em Preston, na Inglaterra, acreditava-se que ela havia sido vítima do notório estripador Peter Sutcliffe. Quando Peter Sutcliffe foi preso, ele confessou todos os seus crimes. Menos um, na verdade. Segundo o criminoso, Joan Harrison não havia sido morta por ele. Quem foi então? O responsável, pela morte de Harrison, foi Christopher Smith. As autoridades descobriram que havia sido Smith, quando ele foi detido por dirigir sob o efeito de álcool.

Na ocasião, a polícia coletou suas digitais e seu DNA. Após retornar à casa, Smith, que sofria de câncer terminal, escreveu uma carta de três páginas confessando o crime. Após descobrir que seu DNA estava vinculado ao crime, as autoridades foram até sua casa. Ali, encontraram seu corpo e a carta.

3 – Vernon Seitz

Vernon Seitz morreu em sua casa, em Milwaukee, nos Estados Unidos, aos 62 anos. Após sua morte, seu psiquiatra foi à polícia e disse que Seitz havia confessado ter matado Jacob Wetterling, de 14 anos, e assassinado dois outros meninos. Quando a polícia revistou a casa de Seitz, eles descobriram material contendo pornografia infantil, uma pequena coleção de sapatos de crianças e uma seleção de recortes de jornais sobre o sequestro de Jacob. Mesmo tendo em mãos tantas evidências, nada conectava Seitz aos crimes.

Foi então que, em 2015, polícia invadiu a casa de Daniel Heinrich. O indivíduo estava sendo investigado por pornografia infantil. Na ocasião, Heinrich confessou ter assassinado o pequeno Jacob. A confissão que Seitz fez, ao psiquiatra, era falsa.

4 – James Brewer

Brewer, James – death bed confession & wife Dorothy.jpg

James Brewer, quando descobriu que estava morrendo, pediu que a equipe médica chamasse a polícia. Quando as autoridades chegaram ao hospital, Brewer confessou ter matado seu vizinho. O motivo? Brewer acreditava que o indivíduo estivesse seduzindo sua esposa. Após assassinar o vizinho, Brewer e a mulher resolveram começar uma vida nova, em outra cidade. Ao confessar o crime, sua mulher acabou sendo classificada pelas autoridades, como cúmplice. A companheira de Brewer acabou sendo presa. E sabe o que é o mais engraçado? Brewer se recuperou logo após a confissão e, por isso, foi a julgamento.

5 – Michael Lee Wilson

Michael Lee Wilson estava no corredor da morte e apenas a alguns instantes de ser executado quando declarou ‘Malcom Scott e De’marchoe Carpenter são inocentes’. Scott e Carpenter estiveram na prisão por 20 anos. Ambos foram condenados por um assassinato que Wilson havia cometido.

6 – Larry Sherrard

Quando Larry Sherrard estava morrendo, ele resolveu se abrir com sobrinha. Na conversa, Sherrard falou sobre sua vida e seus arrependimentos. Dos arrependimentos, o maior era em relação a dois assassinatos que havia cometido. Sherrard alegou que ele havia matado dois homens erroneamente.

7 – Catherine Kett

Em 1867, Christine Kett foi brutalmente assassinada em sua casa. Kett morreu após ser atingida por um machado. Vários suspeitos surgiram, mas não havia evidências suficientes que revelassem o responsável. Após 17 anos, em seu leito de morte, a mãe da vítima, Catherine Kett, resolveu ter uma conversa com o filho. Na ocasião, Catherine revelou ter assassinado Christine, após uma crise de raiva.

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