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7 tendências do passado, prometidas para 2020, que fracassaram

POR Arthur Porto EM Curiosidades 12/12/19 às 13h17

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Gente, 2020 está próximo. Graças a Deus, né? Pois é, 2020 está chegando e, por isso, decidimos criar uma lista, com algumas coisas que idealizamos em 2010, mas que, infelizmente, não chegaram a acontecer em 2020. Basicamente, nossa lista, aqui, visa mostrar que expectativa e realidade ficaram bem longe.

Compilamos 7 principais inovações, prometidas para 2020, que não vingaram. Ou seja, nada de homem em Marte, nada de óculos super inteligente e muito menos de carros voadores, infelizmente.

Sem mais delongas, confira agora, um balanço das previsões. Sabemos que, até 2030, a ciência e a tecnologia podem progredir, mas o melhor mesmo, para nossa saúde, é não depositar muitas expectativas.

1 - Homem em Marte

Sim, chegamos à Lua, mas não pisamos em Marte ainda. O projeto, de uma viagem tripulada para Marte, já passou por, ao menos, três governos norte americanos. A ideia de visitar o planeta, para quem não se lembra, começou na época do primeiro mandato de George W. Bush. Por outro lado, antes mesmo do governo Bush, um relatório anual do conselho de Estudos Espaciais dos EUA, de 1996, até havia cogitado a ideia de que a Nasa deveria estar pronta, para enviar uma nave tripulada até Marte em 2018, mas estamos entrando em 2020 e, até agora, nada. Ao que tudo indica, segue em stand by.

2 - Google Glass

A Google foi uma das primeiras a investir em um gadget, pronto para explorar as possibilidades da realidade aumentada (RA). Em um cenário, cada vez mais propício para o desenvolvimento no setor, a companhia segue lançando versões de seu Google Glass. A última, por exemplo, é focada para o setor empresarial. Mesmo sendo uma promessa futurística, pois o par de óculos traz uma câmera embutida, acima de uma das lentes há uma haste, com capacidade touch, para que o usuário acione seus controles, o Google Glass, desde seu primeiro lançamento, não teve o sucesso projetado. Eu não comprei, você comprou?

3 - O fim do mouse e do teclado

Em 2010, iríamos viver algo a la Tom Cruise, em "Minority Report", usando gestos e telas sensíveis ao toque, para lidar com o mundo digital, ou apostaríamos em utilizar projeções dos nossos teclados, em quase quaisquer superfícies. Afinal, o Google Glass despertou essa esperança. Ah, o filme também, claro. Mas, assim, seguimos, em pleno 2020, usando computadores com mouse e teclado.

4 - Robôs capazes de conversar

Sim, é verdade que, ao longo dos anos, inúmeros robôs foram criados. E, sim, também concordamos, cada um com funções mais avançadas que outros. Entretanto, queremos mesmo é focar em um relatório da consultoria Gartner. De acordo com o relatório, até o final de 2018 teríamos atendimento digital ao cliente capaz de imitar conversas entre humanos. Ou seja, robôs seriam hábil a nos escutar, conversar por voz, entender contextos e históricos, diferenciar tons e trazer respostas. Cadê? Cadê essas belezuras, gente? Por enquanto, só funciona mesmo os comandos para assistentes virtuais, estilo Siri ou Alexa. Mas nada de conversa.

5 - Economia do compartilhamento

Das promessas, essa era bem interessante. Vocês sabem como, supostamente, deveria funcionar a economia do compartilhamento? Não? Explicamos. Usemos, aqui, como exemplo, uma furadeira. Para que comprar algo que se usa tão pouco, como uma furadeira? Nesse caso, o melhor seria alugar ou emprestar, não é verdade? Com a economia de compartilhamento, preconizava-se que seria uma revolução dentro do capitalismo. Ainda não temos a ideia em sua total essência funcionando, apenas poucos casos, como como quando se compartilha o carro em um trajeto via BlaBlaCar ou Waze Carpool. O que nos resta? Esperar.

6 - Micropagamentos

Então, essa previsão era ainda melhor que a da economia do compartilhamento, mas também não vingou. A tendência que tanto aguardávamos funcionaria assim: ao invés de assinar um jornal, por exemplo, pagaríamos apenas pelas matérias que efetivamente quiséssemos ler. O consumo seria o pagamento sob demanda, por meio de micropagamentos. A ideia chegou até a ser implementada na plataforma de notícias Blendle, mas os assinantes não gostaram. E do que os consumidores gostaram mais? Os consumidores preferiram a ideia de assinaturas recorrentes que dessem acesso a catálogos mais extensos, como mostra o sucesso de plataformas como Spotify ou Netflix.

7 - Jornal em papel eletrônico

As telinhas dos celulares e dos tablets, cada vez mais onipresentes, promoveram um aumento no número de assinaturas digitais. Em contrapartida, o cenário segue sendo outro. Acredita-se que, hoje, o foco é a leitura de livros e não de noticiários. De acordo com o portal UOL, em 2018, a circulação de jornais impressos caiu 12%, nos EUA, enquanto a tiragem impressa de jornais brasileiros caiu quase 42%, entre 2014 e 2017. Além disso, a redução das tiragens não foi suficiente, para manter as publicações em funcionamento. Segundo o Atlas da Notícia, 81 veículos jornalísticos brasileiros fecharam suas portas, entre 2011 e 2019.


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Arthur Porto
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