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Como seria o Brasil se Rodrigo Maia ganhasse a eleição?

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Todo o nosso extenso país está ligado nas competições da Copa do Mundo que estão acontecendo em 2018. Entretanto, outro evento importante acontecerá neste ano e também deve causar bastante movimentação nos quatro cantos do país. Serão as eleições.

Como a maioria já sabe, neste ano os brasileiros elegerão governadores, deputados estaduais, federais, senadores e o Presidente da República. Pensando um pouco mais no cenário político que o Brasil passará nos próximos meses, a Fatos Desconhecidos resolveu trazer uma série de matérias chamadas de Simplificando.

Vamos trazer um pouco da história e os planos de governo dos principais candidatos a presidente da república. Tudo apresentado de uma maneira simples e objetiva para que todos possam entender um pouco deste cenário da sociedade brasileira. No Simplificando de hoje você vai conhecer um pouco mais sobre Rodrigo Maia e seus planos de governo, caso ganhe a eleição.

Rodrigo Maia

Devido a repressão na época da ditadura militar, Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia nasceu no Chile. O político brasileiro é filiado ao partido Democratas (DEM) e também é o presidente da Câmara dos Deputados. Apesar de ter nascido fora do país, ele teve a nacionalidade brasileira ratificada pois foi devidamente registrado no consulado do Brasil no país em que estava. O presidenciável já foi por cinco vezes deputado federal e tem uma longa atuação no campo político.

Plano de Governo

Em março deste ano, o DEM anunciou Maia como seu candidato a Presidente da República. De acordo com informações do jornal Gazeta do Povo, alguns pontos do possível plano de governo do candidato já estão definidos, principalmente na área econômica e social. Esses tópicos foram discutidos em uma convenção nacional do partido por meio de um manifesto intitulado “O Brasil que vai dar certo”. A seguir vocês poderão acompanhar alguns trechos do manifesto publicado no site oficial do DEM com alguns dos principais planos de governo. Caso queiram ler o comunicado na íntegra, basta clicar aqui.

Abaixo, listamos alguns dos pontos principais propostos por Maia.

1. Refundar o Estado brasileiro em bases mais realistas, mais racionais e mais sintonizadas com as exigências de um mundo que está em constante e veloz transformação.

2. Debater as imperfeições de cada um dos poderes da República – Executivo, Legislativo e Judiciário – de forma serena, sem radicalismos e corporativismos, para que, juntos, possamos ter a clareza e a coragem de cortar na própria carne.

3. Mudar o atual sistema político-partidário para revigorar a democracia, fortalecer os partidos e fazer com que a relação entre o eleitor e os seus representantes seja pautada pela confiança e não mais pelo distanciamento de parte a parte.

4. Fazer com que o Estado tenha tolerância zero com o desperdício e eficiência máxima com o gasto público.

5. Discutir a concessão à iniciativa privada de todas as atividades não inerentes ao governo, o que irá estimular a instalação mais rápida da infraestrutura necessária ao crescimento do país.

6. Combater, como nunca se combateu, o flagelo das drogas e da violência, que hoje afeta principalmente os jovens, em especial o jovem negro, pobre e morador da periferia.

7. Propor mecanismos mais eficientes para defender e apoiar os segmentos mais frágeis da sociedade, como os pobres, os portadores de deficiência, as crianças, os idosos e os indígenas.

8. Fazer da educação um verdadeiro instrumento de cidadania e inclusão social, sem o que a criança pobre de uma escola pública jamais terá as mesmas chances de crescer na vida que uma criança de classe média de uma escola particular.

9. O compromisso de combater qualquer forma de discriminação, preconceito e violência contra a mulher brasileira, partindo do princípio de que, se elas têm os mesmos deveres que os homens, os seus direitos também têm que ser iguais.

10. Viabilizar uma saúde pública digna, em especial para a população que não pode pagar um plano privado e vive um dia-a-dia cheio de angústia, à espera de um atendimento que muitas vezes não vem.

11. Incentivar a Economia e apoiar os setores produtivos, não porque somos submissos ao chamado mercado, como alguns pensam de forma equivocada, mas sim porque essa é a melhor maneira de gerar riquezas e levar bem-estar aos que mais precisam.

12. Reduzir gradativamente a carga tributária, à medida que diminua o custo da máquina governamental e promover a descentralização progressiva de renda para Estados e Municípios.

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