Serial killers já são assustadores por si só, mas o que Jeffrey Dahmer fez o colocou em um outro patamar de assassinos em série. Para se ter uma noção do quão macabro era as suas práticas assassinas, você pode acrescentar canibalismo e necrofilia aos seus crimes. Jeffrey poderia ser só mais uma pessoa comum com problemas normais, porém desde a infância ele já demonstrava comportamentos peculiares, para não dizer, bizarros.

Mas foi na adolescência que os suas fantasias e fixações sombrias começaram a aflorar para que na vida adulta fossem colocadas em prática. O garoto introvertido e antissocial começou a beber muito jovem e aos 14 anos já era alcoólatra. Segundo   um colega do ensino médio, a bebida era uma forma que ele encontrou para esquecer toda a maldade e planos sórdidos da sua mente. O que não ajudou, já que não demorou muito para ele ceder aos seus desejos e cometer uma série de crimes terríveis. Conheça quem foi Jeffrey Dahmer, um dos piores serial killers que já existiu.

Nasce um serial killer

Publicidade
continue a leitura

Jeffrey Dahmer nasceu em maio de 1960, em Milwaukee, nos Estados Unidos. O mais velho de dois irmãos, o garoto loiro de olhos claros poderia ser só mais uma criança, mas o seu comportamento demostrava algo diferente nele. Ainda na infância o pequeno Jeffrey tinha o estranho hábito de colecionar cadáveres de animais mortos e dissecar os corpos. Ele inclusive tinha um cemitério para esses bichos no quintal da sua casa. Embora fosse uma atividade peculiar, os seus pais consideraram a prática normal para um menino interessado por ciência e biologia.

Na adolescência, o garoto introvertido não era de muitos amigos. Aos 14 anos já tinha um problema com bebidas. Foi nessa época que ele começou a manifestar desejos e fantasias assassinas.

Quando completou 18 anos, Jeffrey entrou na Universidade do Estado de Ohio, porém ficou apenas três meses. Com o evidente fracasso nos estudos, o seu pai o forçou a escolher entre arrumar um emprego ou se alistar no exército. Ele então escolheu a segunda opção, que viria a mudar a sua vida para sempre. Algumas semanas antes de ir para as forças armadas, ele cometeu o primeiro da sua série de assassinatos.

Assassinatos

Publicidade
continue a leitura

Em 1978, ele conheceu Steve Hicks, de 19 anos. Em uma noite daquele ano, em um encontro Jeffrey acertou o jovem na cabeça com um golpe certeiro. Ele caiu inconsciente no chão e ele foi estrangulado até a morte. O seu corpo foi despido, e o seu assassino se masturbou e ejaculou sobre ele. O corpo foi enterrado em uma cova no quintal da casa do assassino.

Dias depois, o assassino desenterrou o corpo de Steve e dissolveu os restos mortais com ácido, bem Breaking Bad mesmo. Os ossos e miolos foram descartados na floresta e o líquido despejado no vaso. O desaparecimento do rapaz permaneceu um mistério até 1991, quando o assassino confessou o crime.

Publicidade
continue a leitura

Depois de passar 2 dos 6 anos que devia ficar no exército ele voltou para a sua vida comum e foi morar sozinho. Nessa época ele passava a noite em bares procurando por jovens homossexuais. Ele os convidava para o seu apartamento com o pretexto de assistir filmes, fazer fotografias eróticas ou ver a sua coleção de borboletas. Mas ao invés disso, os drogava, tirava suas roupas e depois os matava estrangulados ou com golpes de faca.

Ele fazia sexo com os corpos e depois os dissecava. Os ossos e carcaças eram dissolvidos com ácido, mas os crânios eram guardados como uma coleção. Assim como os órgãos genitais das vítimas, que eram conservados em formol como souvenir. E as vezes até congelava pedaços de carne, já que ele praticava canibalismo.

No total foram 17 vítimas fatais, e uma que conseguiu escapar e procurar a polícia. Ele foi preso em 1991 e condenado a 957 anos de prisão. Mas ele acabou sendo assassinado por outro preso, um esquizofrênico que dizia ser reencarnação de Jesus Cristo.

Publicado em: 22/08/19 17h49