História

Muito pouco: descubra quanta memória tinha o 1º pendrive da história

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Com tanta tecnologia que possuímos hoje, pode ser loucura pensar no primeiro pendrive da história, e como ele seria insuficiente para nossas demandas atuais.

No entanto, esse foi um dos primeiros passos em termos de armazenamento móvel, segurança de dados e até mesmo expansão do computador para outros meios, com comunicação offline e contínua.

Primeiro pendrive da história

Via Tecmundo

O primeiro pendrive da história foi criado pela empresa israelense M-Systems em parceria com a IBM, em 1998. Ele recebeu o nome de “DiskOnKey” e foi uma inovação revolucionária no campo do armazenamento portátil de dados.

O DiskOnKey, também conhecido como “pen drive” ou “flash drive”, tinha o formato de um pequeno dispositivo retangular, semelhante a um isqueiro, com uma conexão USB.

Diferente dos dispositivos de armazenamento existentes naquele momento, como disquetes e CDs, o pendrive não necessitava de unidades de leitura específicas.

Além disso, ele podia ser conectado diretamente a uma porta USB em um computador, tornando o acesso aos dados mais rápido e prático.

O DiskOnKey utilizava uma tecnologia chamada “Flash NAND” para armazenar os dados.

Essa tecnologia permitia que os dados fossem gravados e apagados eletronicamente, sem a necessidade de partes móveis, como os discos rígidos convencionais.

Quanto era sua memória?

A capacidade inicial do primeiro pendrive da história foi de 8 megabytes (MB).

Essa quantidade de armazenamento era significativa na época, considerando que outros dispositivos de armazenamento portáteis, como disquetes, tinham capacidade de apenas 1,44 megabytes.

No entanto, devido ao avanço tecnológico e ao constante aumento da capacidade de armazenamento, hoje em dia, um pendrive com 8 MB seria considerado muito pequeno e teria uma capacidade limitada.

Para se ter uma ideia, uma única foto de alta resolução ocuparia quase todos esses megabytes, dependendo da qualidade e do tamanho do arquivo.

Enquanto isso, na mesma linha de lançamento, também existia um pendrive de 32 MB, um pouco maior, porém com preço salgado.

Atualmente, é comum encontrar pendrives com capacidades que variam de alguns gigabytes (GB) a vários terabytes (TB), com valores extremamente acessíveis.

Isso significa que eles são capazes de armazenar milhares ou até milhões de fotos de alta resolução, dependendo do tamanho de cada imagem, uma comparação interessante, se pensarmos sobre o primeiro pendrive da história.

No passado, os arquivos tinham menos pixels, de modo que ocupavam menos espaço virtual. Isso se devia à qualidade dos dados, mas também à restrição de transmitir arquivos entre computadores.

Posteriormente, esse volume aumentou também pela evolução tecnológica, pensando que cada vez mais pessoas precisavam incluir arquivos pesados e transportá-los de um lado a outro.

Sucesso

Via Freepik

Mesmo com um tamanho tão pequeno, o sucesso do DiskOnKey foi imediato, e ele abriu caminho para a popularização dos pendrives como conhecemos hoje.

A capacidade de armazenamento dos pendrives foi aumentando rapidamente ao longo dos anos, passando de alguns megabytes para gigabytes e até mesmo terabytes.

Desde então, os pendrives evoluíram em tamanho, formato e capacidade, tornando-se dispositivos cada vez mais compactos e poderosos.

Atualmente, temos pendrives com capacidades que vão de alguns gigabytes a vários terabytes, além de modelos com conectividade USB-C e compatibilidade com dispositivos móveis.

No entanto, o DiskOnKey marcou o início de uma nova era no armazenamento portátil de dados, oferecendo uma solução eficiente e conveniente para transportar e transferir informações de forma rápida e segura.

Sua invenção teve um impacto significativo na indústria da tecnologia e na vida cotidiana das pessoas, simplificando o compartilhamento e o armazenamento de dados de maneira extraordinária.

 

Fonte: Tecmundo

Imagens: Tecmundo, Freepik

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