O nosso universo é infinito e está em constante expansão. Por esse motivo, é possível se surpreender todos os dias com novas descobertas graças aos estudos. Há pessoas que dedicam suas vidas em buscas de novas informações, indo além do nossa galáxia. Graças ao avanço tecnológico, conseguimos analisar detalhes de planetas que estão milhares de anos-luz de distância da Terra. Uma das coisas que ainda mais surpreende é a descoberta de um novo planeta. Isso porque a maioria deles é totalmente diferente do que estamos acostumados a ver. Com isso, podemos estudá-lo e expandir ainda mais as informações a respeito de todo o universo.

Recentemente, uma equipa liderada por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriu algo incrível. Após análises, descobriram o "Planeta Pi". Esse orbita sua estrela a cada 3,14 dias. Logo o mesmo se tornou o objeto de estudo, sendo submetido a todos os tipos de análises para que possamos compreender esse movimento melhor. A descoberta foi compartilhada pelos estudiosos responsáveis no Astronomical Journal no último dia 21 de setembro. Confira então conosco mais detalhes sobre esse planeta. Aproveite para compartilhar com seus amigos desde já e, em mais delongas, vamos lá.

A descoberta do Planeta Pi

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O corpo celeste foi batizado oficialmente como K2-315b. O planeta tem quase o mesmo tamanho da Terra, sendo que seu raio é de 0,95 o do nosso planeta. "Pi" orbita uma estrela fria de baixa massa que tem cerca de um quinto do tamanho do Sol. Para completar uma órbita completa a cada 3,14 dias, esse planeta viaja numa velocidade impressionante de 81 quilômetros por segundo. De fato, é algo um tanto quanto assustador se compararmos com a Terra.

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Embora sua massa ainda não tenha sido determinada, os cientistas suspeitam que K2-315b seja terrestre. No entanto, não é habitável, visto que a temperatura da superfície chega a 177 graus Celsius. "Isso seria muito quente para ser habitável no entendimento comum da frase", disse Prajwal Naraula, líder do estudo, por meio de uma declaração. Os pesquisadores descobriram sinais do planeta por meio de dados coletados em 2017 pela missão K2 do Telescópio Espacial Kepler da Nasa.

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No início desse ano, quando voltaram a analisar as informações obtidas com a rede de telescópio Speculoosa, a equipe pôde confirmar que os sinais eram de um planeta orbitando uma estrela. Agora, os estudiosos envolvidos esperam conseguir estudar as características da atmosfera do Planeta Pi. "Agora sabemos que podemos minerar e extrair planetas de dados arquivados e, com sorte, não haverá planetas deixados para trás, especialmente esses realmente importantes que têm um alto impacto", disse Julien de Wit, também coator do estudo.

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Publicado em: 28/09/20 12h16