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Principal motivo das mortes de árvores na Amazônia foi descoberto

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Temos no Brasil, uma das maiores e também mais importantes do mundo, que é a Amazônia. Todo o território da mata abriga diversos tipo de plantas e animais, alguns até desconhecidos, o que faz desse lugar um imenso campo de estudo para cientistas do mundo inteiro. Infelizmente, as queimadas na Amazônia nos fez perder uma grande área a ser explorada. Além disso, o desmatamento também é um grande problema e a consequente perda da biodiversidade na floresta preocupam cientistas do mundo inteiro. E pensando sobre isso, um estudo coliderado pelas Universidades de Brimingham e de Leeds, na Inglaterra, buscou descobrir o maior risco para a mortalidade das árvores no bioma da América do Sul.

Estudiosos do mundo inteiro temem o futuro da floresta, pois perdê-la significa perder a possível cura natural de várias doenças, além de mexer com o equilíbrio no reino animal. Diversas espécies de animais deixariam de existir Segundo um artigo publicado na revista científica Nature Communications, as árvores que crescem mais rápido são as que morrem mais cedo e as mais afetadas pelas mudanças climáticas. Consequentemente, essas armazenam menos CO2, o que acaba afetando de forma drástica o ciclo do carbono na atmosfera.

Pensando um pouco sobre isso e levando em consideração a importância da Amazônia para todos nós, decidimos trazer essa matéria. Confira conosco mais detalhes sobre esse assunto, visto que é algo que afeta todos nós. Aproveite para compartilhar com seus amigos e, sem mais delongas, continuemos.

Principal motivo das mortes de árvores na Amazônia

A pesquisa não explica os mecanismos por trás de tudo isso, mas saber essa informação pode auxiliar os estudiosos na tomada de decisões. “Compreender os principais fatores que causam a morte de árvores nos permite prever e planejar melhor as tendências futuras”, disse Adriane Esquivel-Muelbert, líder da pesquisa realizada. “Mas este é um grande empreendimento, pois existem mais de 15 mil espécies de árvores diferentes na Amazônia”.

A equipe envolvida analisou registros de mais de 30 anos. Esses, coletados pela rede internacional RAINFOR. Os documentos incluem informações de 189 áreas de um hectare cada, que foram visitadas e monitoradas por três anos. A cada visita dessas, os pesquisadores mediram todas as árvores acima de 10 centímetros de diâmetro, assim como sua condição. No total, mais de 124 mil árvores vivas foram monitoradas e 18 mil mortes registradas e investigadas.

Quando uma morre, o pesquisador segue um protocolo fixo para desvendar quais foram as causas. “Isso envolve um trabalho forense detalhado e equivale a um enorme esforço conduzido por investigadores qualificados de uma dezena de nações”, observou o pesquisador Oliver Phillips, da Universidade de Leeds. A expectativa é que agora seja possível entender o que está acontecendo em toda a floresta e pensar em formas de ação.

“Descobrimos que a seca também está causando a morte de árvores, mas até agora apenas no sul da Amazônia. O que está acontecendo aqui deve servir como um sistema de alerta precoce, pois precisamos evitar que o mesmo destino atinja árvores em outros lugares”, disse Beatriz Marimon, da Universidade do Estado do Mato Grosso, responsável pela coordenação de diversos lotes estudados na região central do Brasil.

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