Quando pensamos em piratas e assaltos à navios logo nos remetemos ao ouro e a riquezas sem limites. Mas essa visão de ouro a se perder de vista é errada. Se alguém fosse roubar todo o ouro do mundo não seria necessário mais do que um lugar do tamanho de quatro piscinas olímpicas.

Se você ficou impressionado com essa pouca quantidade, se você roubasse somente a produção de um ano, o recipiente para colocá-lo poderia ser um lugar para caber um cubo com 5,4m de aresta. Essa medida caberia em um apartamento de tamanho médio. Segundo os dados da GFMS Gold Survey, o Brasil ocupa a décima-primeira posição no ranking de produtores com 81 toneladas por ano. Essa quantidade de ouro vale um total de R$ 9 bilhões. Em 2014, a China foi o maior produtor do metal com 462 toneladas no ano. Depois veio a Austrália, Rússia, Estados Unidos e Peru nessa ordem.

Produtividade

Publicidade
continue a leitura

Por ano são extraídas em torno de 3.000 toneladas de minério e essa produtividade vem aumentando. Essa quantidade equivale à aproximadamente R$ 335 bilhões. Se estipular o total de ouro desde os tempos antigos é difícil por não se saber ao certo a quantidade extraída em tempos mais remotos, mas estima-se que está entre 160 e 180 mil toneladas. Com essa quantidade de ouro era possível fazer cinco anéis para cada pessoa viva do planeta.

O ouro não vem somente da extração de minas, ele pode ser reaproveitado de outros lugares como por exemplo eletrônicos, joias antigas e obturações dentárias.

Publicidade
continue a leitura

Destino

O ouro que é extraído tem várias funções. Mais da sua metade é usado na confecção de joias e o restante vai para a fabricação de moedas, investimento pessoal ou para ser matéria-prima em produtos da indústria que são banhados pelo metal.

Publicidade
continue a leitura

Quem mais consome ouro no mundo são a China e a Índia com 24,2% e 23,1% respectivamente. Em terceiro lugar está os EUA, depois vem Alemanha e Japão cada um com 6,5%, 3,5% e 3,2% respectivamente. Nosso país é o 19º na lista com 1% do total.

Em um consumo por pessoa, o ranking tem suas primeiras colocações com países árabes e asiáticos, e é liderado pelos Emirados Árabes Unidos com um consumo anual de 8,5 gramas por pessoa.

Publicado em: 02/08/18 18h23