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Soldados robôs podem compor 25% do exército britânico no futuro

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Se, alguma vez na vida, você assistiu a “A.I. Inteligência Artificial”, filme lançado em 2001, dirigido por Steven Spielberg, a probabilidade de querer ver um robô, de qualquer tipo, na sua frente é bem próxima a zero. Anos atrás, não poderíamos imaginar que hoje estaríamos vivendo uma evolução tão grande. Coisas que, antes, achávamos que eram exclusivas de filmes de ficção científica, hoje, podemos ver como uma realidade.

E isso pode até ser bom. Mas você se lembra de “Eu Robô”, ou de qualquer outro filme do tipo, em que a história dá um pouco errado? A rebelião dos robôs nunca é uma coisa boa para nós humanos. Os mais alarmistas defendem que a inteligência artificial e os robôs vão dominar o mundo no futuro. Mas, talvez, não seja para tanto.

Conforme o tempo vai passando, as máquinas vão ficando cada vez mais inteligentes. Elas podem aprender e tomar decisões sozinhas. Existem até mesmo máquinas que sonham. Igualmente, há outras que leem palavras no cérebro das pessoas e se desenvolvem para serem pintoras. Alguns desses sistemas de inteligência artificial mostram sinais de doenças mentais. Por outro lado, há outros que são perigosos demais para serem liberados para o público.

Claro que a tecnologia está avançando e fazendo coisas que antes imaginávamos ser possíveis apenas nos filmes de ficção científica e isso tem sido usado a favor da humanidade.

Robôs

Por exemplo, nas próximas décadas o exército britânico pode recrutar dezenas de milhares de soldados robóticos. De acordo com o que Nick Carter, chefe do Estado-Maior de Defesa do Exército britânico, sugere os novos drones e robôs podem ser uma fração significativa das forças armadas.

Parte do plano é compensar a diminuição no número de recrutas humanos. Mas ao mesmo tempo, Carter diz que o futuro de uma possível guerra robótica é bastante nebuloso.

De acordo com ele, um impulso massivo para um exército robótico, onde um grande número de soldados robóticos autônomos ou controlados remotamente substituam os humanos, pode já estar sendo operacional até 2030.

“Quer dizer, suspeito que poderíamos ter um exército de 120.000, dos quais 30.000 podem ser robôs, quem sabe”, disse Carter. Mas ele reforçou que não era um comprometimento com nenhum número específico.

Forças Armadas

Segundo o The Guardian, todos os ramos das Forças Armadas britânicas já estão experimentando drones militares. Como por exemplo o i9, que é um helicóptero equipado com duas espingardas que pode ser pilotado em edifícios hostis.

Mesmo que isso já esteja acontecendo Carter avisa que um futuro que inclua uma guerra automatizada é um futuro onde as guerras podem começar de uma forma acidental por conta de um erro.

“Estou dizendo que é um risco e precisamos estar cientes desses riscos”, disse ele.

Essa foi eleita a palavra do ano pelo dicionário Collins

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