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Talvez não seja exagero e pode ser que homens realmente sofram mais com doenças

POR Bruno Dias    EM Curiosidades      23/07/19 às 18h31

Apesar de existirem questões sociais que diferem os homens das mulheres de forma negativa, e que estão sendo revogadas há algum tempo por ambos os sexos, a biologia também mantém suas diferenças quanto a isso. Algumas características, que são inertes ao sexo feminino, não estão presentes no sexo masculino. E vice e versa. Isso não significa que um se sobressaia ao outro. Eles apenas têm características diferentes em alguns pontos.

Muitos tendem a imaginar esses pontos como uma forma de separação negativa entre os sexos. Mas não é bem assim. Eles se complementam, de uma forma ou de outra. Todos têm algo em que são bons. Assim como possuem, cada um deles, algo em que acabam deixando a desejar, o que não diminui ninguém.

Uma dessas diferenças e que, muitas vezes, faz parte do senso comum, é a crença de que os homens são mais suscetíveis à dor do que as mulheres. Com certeza, você já ouviu alguém falando que, se os homens menstruassem ou dessem à luz, eles não aguentariam a dor, já que eles são muito 'moles'.

Mas parece que a ciência tem tentado desmitificar isso. Ao que parece, realmente, tem uma coisa que atinge os homens de maneira diferente em relação às mulheres. É a chamada "gripe do homem". Segundo o British Medical Journal, esse mal só aflige os humanos do sexo masculino. Ela é uma gripe moderada, que pode ser considerada uma ameaça mortal.

Todo mundo, alguma vez na vida, já foi parar em uma farmácia, ou mesmo num hospital, por conta de seus fortes sintomas. Tais sintomas sempre variam entre tosse, febre, dor no corpo, nariz escorrendo e irritação na garganta. Mas é sentir qualquer um destes sinais de indisposição, que as pessoas já ficam preocupadas e se dirigem a um centro médico ou mesmo à uma farmácia para dar fim ao problema.

Gripe questionável

Essa gripe, supostamente masculina, foi estudada pelo médico Kyle Sue, da Universidade Memorial em Newfoundland, no Canadá. Ele quis estudá-la porque acreditava que poderia ser um simples exagero dos homens.
A pesquisa foi realizada em um contexto determinado. Foi feito pelo British Medical Journal, em uma época em que os cientistas produziram vários textos. Todos feitos sem um rigor científico verdadeiro e pelo puro prazer de entreter as massas. Como se fosse um grande dia da mentira.

Isso fica óbvio na metodologia que o médico usou para fazer a sua pesquisa. Ele usou uma revisão de páginas, como a MedLine e seus resumos completos. E as palavras-chave usadas foram: "homem (homem)", "mulher (mulher)", "gênero (gênero)", "sexo (sexo)", "influenza", "gripe", "viral", "respiratória". (respiratório)", "resfriado comum", "diferença (deferência)"," comparação (comparação)", "cuidados intensivos".

Outro fator, que indicava também que a pesquisa não passava de uma grande piada, é que, no corpo do texto, os homens são chamados várias vezes de estridentes e queixosos.
Mas Sue conseguiu fazer suas conclusões observando ratos. Nele, as fêmeas são mais resistentes do que os machos quando se trata de doenças. Então, talvez seja uma verdade que os homens tenham um sistema imunológico mais frágil. E isso também pode estar relacionado à sua alta taxa de mortalidade.

Ele também explica que ficar no sofá o dia todo, não fazendo nada e recebendo cuidados enquanto se está gripado, pode ser, na verdade, um sinal de evolução humana. Porque isso poderia representar um método para se proteger dos predadores, se observado de outro modo.

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Via   Vix  
Imagens Vix
Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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