No início dos anos 2000, Bryan Singer dirigiu os dois primeiros filmes da franquia X-Men. No entanto, as coisas não deram tão certo quanto o esperado. Por isso, Singer não voltou para o terceiro filme, que deveria concluir a jornada daquele grupo de mutantes. Ao invés disso, Brett Ratner assumiu o cargo e tivemos X-Men 3: O Confronto Final, que não foi tão bem recebido pelos fãs como o filme anterior. Portanto, muitos começaram a se questionar: como seria X-Men 3 se Bryan Singer não tivesse saído da produção?

De uma coisa sabemos, a adaptação saga da Fênix Negra seria bem diferente do filme que assistimos. Em todo caso, toda a confusão começou 2004, quando a Warner Bros. gostou do que havia visto nos filmes da saga X-Men, até então, dirigidos por Singer. Com isso, ele foi convidado a comandar Superman: O Retorno. E claro, o diretor não iria recusar a proposta de estar na frente do filme de um personagem tão querido para ele. No entanto, a Fox não gostou da ideia e também não queria adiar o último X-Men. Com esse cenário, o estúdio decidiu seguir com a produção sem o diretor. E é aí que Brett Ratner entra na história.

Bryan Singer precisou escolher entre 'Superman: O Retorno' e 'X-Men 3: O Confronto Final'

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Na Warner Bros., Bryan Singer levou consigo os roteiristas Dan Harris e Mike Dougherty. Com isso, a Fox chamou nomes como Zack Snyder, Joss Whedon, Daren Aronofsky e Matthew Vaughn para o último filme da saga. Mas, infelizmente, todos estavam ocupados com outros projetos. Antes de Brett Ratner, Matthew Vaughn chegou a aceitar dirigir o filme, mas acabou desistindo porque, para ele, não havia tempo hábil para produzir um filme de qualidade.

Sabendo dos bastidores, podemos falar agora do filme que nunca aconteceu. Segundo Mike Dougherty, o longa-metragem deveria adaptar apenas a Saga da Fênix e não a saga "Super Dotados", como aconteceu no filme. Na abertura do filme, teríamos relatos de situações anormais no mundo e os mutantes também perceberiam isso. Existiriam boatos de uma possível divindade, que seria a Fênix, que voltaria como uma espécie de deusa. Dito isso, a Fênix seria quem daria um filme nos confrontos entre mutantes e humanos.

Um outro personagem morreria nessa versão do filme

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Também havia algumas escolhas de elenco em andamento. Dessa forma, a cantora Beverley Mahood iria interpretar a mutante Cristal e Sigourney Weaver ficaria com o papel de Emma Frost. Além disso, Keanu Reeves também deveria aparecer como Gambit no filme.

Ao longo da trama, Scott, o Ciclope, estaria se sentindo culpado por deixar Jean Grey morrer e se tornar a Fênix. Por conta disso, ele cometeria muitos erros até finalmente aceitar a perda do amor de sua vida. Outro ponto importante é a personagem de Anna Paquin, a vampira, que, ao contrário da versão final do filme, aceitaria sua natureza mutante.

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No final, o Professor X não morreria como vimos na versão lançada. Ao invés disso, quem morreria seria o Magneto, que morreria em frente ao Capitólio de Washington D.C. Ao final da trama, os mutantes enfrentariam a Fênix e não a venceriam. Mas, ela perceberia todo o caos e destruição causado e viajaria para longe. Nesse momento, Jean Grey olha para Scott e diz "eu estarei observado". Por fim, fora a história contada por Mike Dougherty, tudo que temos são algumas artes conceitos e a ideia do que poderia ter sido o filme.

Publicado em: 29/10/20 10h49