3 bons motivos científicos para ser pobre

POR Pietro Bottura    EM Curiosidades      02/09/14 às 22h05

Como já diria Paul McCartney, você não pode comprar amor. "Mas com certeza é melhor ficar deprimido numa mansão", você responde. Ah, santa ingenuidade! Mal sabe você, como a maioria das pessoas, que ser pobre também é sinônimo de felicidade - afinal, pobreza ruim mesmo é a de espírito.

Se você não acredita no que eu estou falando e acha que isso é conversa de derrotista, aqui três motivos que a ciência te dá para perceber que dinheiro, amor e crescimento pessoal definitivamente não andam juntos:

1) Menos dinheiro, mais humanidade

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De acordo com estudos da Califórnia e de Toronto, a pobreza tende a gerar mais relações interpessoais, seja pela solidariedade ou pela necessidade de trabalhar e transitar em diferentes núcleos sociais, interagindo com todos (por exemplo o Seu João, porteiro do seu prédio que sabe tudo da sua família. Mas e você, sabe o quê da dele?).

Enquanto isso, ricos costumam viver em ambientes isolados (ex: condomínios fechados) e só conversam e interagem com pessoas igualmente ricas, o que os torna menos precisos na leitura de sentimentos e na empatia com outras pessoas. Ou, como todo mundo que já viu o Caco Antibes (do falecido Sai de Baixo) sabe, ricos não ligam pra ninguém além deles mesmos, e por isso mesmo são incapazes de entender o outro ou suas dificuldades.

2) Pessoas com salários bons são chatas

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Essa aí não é exatamente novidade.  Acontece que, depois de um estudo com 10 mil pessoas, ao longo de 10 anos, conclui-se que homens gentis, cavalheiros e prestativos tendiam a ganhar até 20% a menos do que os chatos. O mesmo se aplica para mulheres, mas em menor escala: 5% a mais para as enjoadas. Uma das explicações seria que pessoas chatas insistem mais em aumentos, o que, por alguma razão, funciona.

3) No fundo do poço, não há como descer mais

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Até os 30 anos, contrair dívidas melhora a autoestima. Essa estranha noção é resultado de uma pesquisa com 3 mil jovens, que tinham uma relação direta entre autoconfiança e quantidade de problemas econômicos. Depois dos 30, entretanto, essa ilusão de que cartão de crédito é um presente de Deus é quebrada e as coisas se invertem. Mas bom, se você é pobre, talvez nem viva até os 30 mesmo.

Pietro Bottura
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL

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