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4 formas que ”Os Anjinhos” quebraram padrões e estavam a frente do seu tempo

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Os desenhos animados, embora tenham o público infantil como principal alvo, permanecem encantando muita gente mesmo depois de adulta. São cercados por toda aquela magia e personagens supostamente inocentes, que todo mundo ama desde criança. Quem é que nunca assistiu os desenhos do Mickey Mouse, por exemplo? Ou o Papa-Léguas? Verdadeiros clássicos.

A década de 1990 foi especialmente marcante para a indústria do entretenimento. Há 20 anos atrás, o avanço tecnológico proporcionou o investimento em animações. Algumas se tornaram tão populares que se consolidaram como ícones pop e se mantêm até hoje.

Um desses desenhos é “Rugrats: Os Anjinhos”. Ele foi um desenho que marcou gerações quando mostrou as divertidas aventuras vividas por uma turma de bebês.

Se você foi uma criança nos anos 1990, com certeza viu pelo menos alguma das aventuras de Tommy, Chuky e seus amigos. E naquela época, pode não ter notado, mas esse desenho estava muito à frente do seu tempo em vários aspectos. Mostramos aqui alguns deles.

1 – Estereótipos de gênero

Uma coisa que Os Rugrats quebraram repetidamente várias vezes foram as convenções sociais que se tinha de “papel de homem” e “papel de mulher”. E os casos eram muitos. Como por exemplo, Didi, a mãe do Tommy, era quem sustentava a casa porque seu marido, Hugo, tentava ser um inventor.

Outro exemplo é Betty, a mãe dos gêmeos, que fazia papéis tradicionalmente vistos como masculinos, como ensinar os filhos a praticar esportes. Enquanto isso, o marido dela cuidava das filhas mulheres. E  claro que Betty  é uma feminista assumida com seu moletom roxo em apoio à luta pelos direitos das mulheres.

E o exemplo que todos se lembram é Carlota, a mãe da Angélica. Uma verdadeira workaholic e CEO da própria empresa. E é ela quem provê para sua família.

2 – Diversidade familiar

Além de mostrar as mulheres em lugares de poder e cuidando de suas famílias, Os Rugrats mostrou aos espectadores um pouco sobre a diversidade familiar. Um exemplo disso era Chucky. Ele foi criado por um pai sozinho. E na família de Tommy, além dos seus pais e irmão ele tinha u avô que o criou.

3 – Diversidade racial

Atualmente, a representatividade é bem falada. E cada vez mais as pessoas estão enxergando a importância disso. No desenho, Susie era a vizinha inteligente e legal que protegia os bebês da malvada Angélica. E representava as meninas negras na animação. E o pai de Chucky se casa com Kira, mãe de Kimi, e os dois formam uma família multirracial feliz.

O  bom é que os personagens eram indivíduos complexos e não caíram nos estereótipos de negro ou asiático como eram representados na maioria dos outros desenhos da época.

4 – Religião diversa

Os Rugrats foi um dos poucos desenhos da época que apresentou aos seus telespectadores o Hanukkah e Kwanzaa, que são  datas comemorativas de outras religiões que não o cristianismo.

Por conta dessas várias representações de temas importantes, Os Rugrats foi um desenho incrível, muito importante e cheio de coisas positivas para todas as crianças da década de 1990.

O desenho mostrou realidades que são vividas hoje em dia no mundo real. O melhor de tudo é que cada situação foi mostrada de uma forma natural e sem nenhuma pretensão.

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