História

7 fatos revoltantes sobre perfurações corporais ao longo da história

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Vocês sabem desde quando existe a prática de usar piercings? Para os desinformados, desde os tempos antigos os piercings eram usados para fins religiosos, estéticos e até sexuais. Algumas pessoas tem orgulho em exibir seus piercings, mas em épocas vitorianas, por exemplo, os piercings precisavam ser escondidos das pessoas.

Dor e humilhação, no entanto, não são os piores destinos sofridos pelas pessoas nesta lista. Para vocês terem uma ideiam no Antigo Egito, certos piercings só podiam ser usados pelos Faraós, e caso alguém usasse, a pena seria a execução. Diante de todas essas coisas bizarras, nós resolvemos fazer essa lista com os 7 fatos revoltantes sobre perfurações corporais ao longo da história, confiram:

1 – Piercings em animais

Em 2011, o estado da Pensilvânia foi o primeiro a promulgar uma lei que proíbe a arte corporal, como piercings e tatuagens em animais. Isso aconteceu após a prisão de uma mulher que estava colocando piercings em gatinhos e vendendo eles como “gatinhos góticos”. Ocorreu coisas semelhantes em Chicago, quando vários coelhos selvagens com brincos foram encontrados. Em 2014, o estado de Nova Jersey promulgou uma lei que pune quem perfurar a orelha de um animal de estimação. Nessa decisão, a Assembléia do Estado votou quase unanimemente para fazer com que as tatuagens em animais fosse um crime de quarto grau, punível com até 18 meses de prisão.

2 – Superstições

Na Índia, no final do mês de março o no começo do mês de abril, em Madhya Pradesh, as pessoas participam de uma tradição anual de piercings. Esse evento é conhecido como “Hanuman Jayanti” e foi passado por inúmeras gerações com a finalidade de curar todos os tipos de doenças, principalmente a varíola. O vírus que causa essa doença é extremamente infeccioso e é responsável por muitas mortes ao redor do mundo. Sendo assim, em uma tentativa errônea de combater o vírus, quatro homens cantando ficam na frente e atrás de um indivíduo, enquanto agulhas perfuram seu corpo. A medida que os aldeões observam, os homens nus dançam para fazer o ritual, acreditando que o piercing na carne produz um poder concedido por Deus.

3 – Sangria

Outra prática ritualística envolvendo piercings no corpo era predominante entre os antigos Mayas. As cerimônias consistiam em extrair sangue para fazer a paz com os deuses, e ao fazê-lo, experimentar um estado de consciência alterada.Os rituais sangrentos envolviam diferentes partes do corpo, como a língua, os lábios inferiores, as bochechas e até o pênis. Uma variedade de instrumentos eram utilizados para perfurar a pele, incluindo espinhos de ardósia, ossos e lâminas.

4 – Suspensão corporal

Essa prática recentemente se tornou famosa e popular, e envolve a suspensão do corpo humano a partir de ganchos perfurados na carne. Enquanto alguns médicos veem isso como um sintoma de transtorno mental, outros acham que essa prática representa uma exploração espiritual. A suspensão corporal remonta a 5 mil anos nos rituais hindus de Thaipusam e Chidi Mari, na Índia. Até a tribo Mandan Native American tem sido conhecida por ter realizado suspensões corporais, além da tribo Sioux Native American, como parte de seu ritual de Sundance.

5 – Piercings no Antigo Egito

No Egito Antigo, a ornamentação do corpo humano dizia muito sobre a riqueza, as crenças religiosas e ao status social das pessoas. As pessoas da alta sociedade erma conhecidas por seus adornos elegantes, seja jóias, perucas, cosméticos, roupas ou tatuagens. Surpreendentemente, os piercings do corpo eram moda durante o início do Nono Reino e eram limitados aos lóbulos da orelha. Diferente das tatuagens que eram populares e representavam a fidelidade aos seus faraós e divindades, certos piercings corporais eram restritos até aos membros da família real. Em certos casos, apenas os faraós eram autorizados a colocar piercings em certos lugares, qualquer pessoa que fizesse igual seria executada.

6 – Piratas

Os piratas são retratados com o famoso tapa olho, papagaios no ombro e brincos de ouro. Os brincos de ouro erma usados por vários motivos, tanto por superstição quanto por questão monetária. Havia uma falsa crença de que os metais preciosos tinha poderes de cura e ainda protegiam do afogamento. O propósito mais intrigante para um pirata usar um brinco de ouro era morrer em solo estrangeiro, pois assim ele poderia cobrir as despesas do funeral. O brinco seria inútil se alguém morresse a bordo do navio, já que ter um cadáver a bordo trazia má sorte, e por isso os corpos eram jogados no mar.

7 – Infibulação

O último item dessa lista refere-se a infibulação, que é o processo de perfurar o prepúcio com um brinco de metal ou anel, para manter a pele bem fechada. O primeiro documento escrito sobre esse método foi fornecido pelo escritor romano Aulus Cornelius Celsus, que viveu de 25 a.C. a 50 d.C.. O que hoje seria considerado uma mutilação corporal, era uma maneira de preservar as vozes de jovens cantores da Roma Antiga.

E aí, já sabiam de todos esses fatos sobre a perfuração corporal? Comentem!

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