
Só de pensar na ideia de pessoas sendo enterradas vivas já temos arrepios. Com toda certeza não é uma experiência agradável. Por muito tempo essa possibilidade tem assustado a humanidade, já que ninguém quer passar por isso.
Mesmo que os avanços médicos tornem cada vez mais raros os casos de catalepsia, em que a vítima é considerada morte e enterrada, ainda existem várias evidência de acontecimentos reais mesmo nos dias de hoje. A medida em que a sociedade notou que ser enterrado vivo realmente acontecia, médicos começaram a dedicar mais tempo a descobrir sintomas da morte.
A catalepsia é um em que o paciente sofre uma paralisia toda dos músculos, ficando impossibilitado de se mover ou mesmo falar, embora continue consciente e com os sentidos ativos e as funções vitais ainda funcionando.(embora um pouco desaceleradas). O que mais aflige nesse tipo de situação certamente é o fato de perceberem tudo que está acontecendo a sua volta e não poder esboçar qualquer tipo de reação.
Bom, levando tudo isso em consideração nós da Fatos Desconhecidos trouxemos 7 métodos utilizados para prevenir que pessoas sejam enterradas vivas. Confira:
Parece meio extremo mas James Mott queria ter a certeza de que não seria enterrado vivo, então, para não ter erro, ele deixou instruções bastante claras em seu testamento em 1927. Depois dos médicos terem inspecionado o seu corpo falecido, ele instruiu os médicos a colocarem ácido prússico em sua boca. Depois que o veneno foi colocado em sua boca ele também escreveu que desejava ser decapitado antes do enterro.
Em 1790 um método bastante peculiar foi utilizado para comprovar que uma pessoa estava realmente morta. Primeira, o corpo era colocado sobre uma laje e colocado dentro de uma caixa aberta. Logo em seguida, um painel de vidro era colocado sobre o corpo. Na parte de baixo do vidro estava escrito “Estou morto” em nitrato de prata. A mensagem só ficava visível se o corpo entrasse em estado de decomposição e começasse a liberar gás de sulfeto de hidrogênio.
Em um livro médico publicado em 1850, o autor forneceu alguns testes respiratórios que ele teria realizado para determinar se uma pessoa estava morta ou não. O primeiro deles foi nomeado de teste do espelho. Isso envolvia segurar um espelho sobre a boca e nariz do paciente. Se houvesse alguma respiração, iria ter umidade no espelho. Outra teste era da pena. Uma pena era colocada perto de sua boca e nariz, se houver qualquer tipo de respiração, a pena iria se mexer.
Acreditava-se que se um corpo vivo fosse espetado por algo com ponta, o buraco ficaria vermelho e depois se juntaria. E no caso de uma pessoa morta o buraco permaneceria aberto. As vezes essas ‘agulhas’ eram inseridos sob uma unha, porque certamente, nenhuma pessoa viva iria permanecer inconsciente depois de um procedimento tão doloroso.
Quer uma melhor maneira de garantir que uma pessoa esteja morta do que ter o coração removido? Embora assustador, essa foi uma maneira de prevenir o enterro prematuro de pessoas ricas do passado.
Em 1895 médicos utilizavam uma injeção de uma substância venenosa em aqueles que achavam que estavam mortos. Um médico defendeu o uso de tais práticas, pois dessa forma, se o corpo ainda não estivesse morto, pelo menos ele não teria a infelicidade de acordar dentro de um caixão.
Em 1898 foi sugerido que uma garrafa de clorofórmio fosse colocada dentre de todos os caixões. A garrafa deveria permanecer aberta de modo que seria impossível que uma pessoa acordasse depois de ter sido enterrada. Claro, isso nunca foi comprovado como uma medida muito eficaz para a prevenção do enterro prematuro.
E aí, o que acharam da matéria? Você sabia que até mesmo hoje em dia existem casos de pessoas que são enterradas vivas? Comenta aí e não se esqueça de compartilhar com os amigos, lembrando que seu feedback é sempre muito importante.






