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8 manias estranhas que Einstein tinha e que podem nos ajudar alcançar sua genialidade

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Albert Einstein ainda é considerado um dos maiores gênios da humanidade. Suas teorias, que antes não eram levadas a sério, seguem sendo comprovadas a medida que a ciência realiza novas descobertas a cerca do Universo. Quando criança sua inteligência não foi notada desde o princípio.

Ele era ruim em matemática e foi justamente a negligência que recebia que o tornou um exímio observador das coisas simples e corriqueiras como o Espaço e o Tempo. Em 1999 foi eleito o maior físico de todos os tempos, assim como a maior personalidade do século XX.

Rejeitou o cargo de presidente de Israel, costumava dizer que utilizamos apenas 10% da capacidade de nosso cérebro e alguns céticos, até hoje, dizem que a teoria da relatividade não passa de um plágio.

Excêntrico e audacioso, sua figura descabelada e mostrando a língua se tornou tão célebre quanto suas ideias. O mito transcendeu o próprio homem que foi Einstein. Por isso, aqui vão algumas manias e dicas seguidas por Einstein que podemos seguir ou não, na tentativa de alcançar 1% de sua genialidade:

1 – Sono

Ter uma boa noite de sono faz bem para o funcionamento do cérebro. E o cientista levava esse conhecimento à risca. Einstein dormia pelo menos 10 horas por dia. As estatísticas mostram que o brasileiro dorme em média apenas 7h36m. O que se conta é que uma das grandes ideias de Einstein teria surgido depois de um sonho que ele teve com vacas sendo eletrocutadas.

2 – Caminhadas

O ato de caminhar não é uma regra apenas utilizada para obter uma boa forma física. Há estudos que indicam que caminhar desenvolve a criatividade, a resolução de problemas, além de melhorar a memória. Enquanto Einstein trabalhava na Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA), realizava religiosamente caminhadas de pelo menos dois quilômetros e meio.

3 – Alimentação

Uma vez Einstein brincou que o que ele mais gostava da Itália era o “espaguete e Levi-Civita” [matemático italiano]. Há boatos, mas o que se conta é que Einstein era realmente fã do carboidrato. Olhando pelo lado científico, sabe-se que o cérebro consome 20% da energia do nosso corpo e que ele prefere a glicose, que é gerada a partir da quebra dos carboidratos.

4 – Fumo

Atualmente, absolutamente ninguém recomenda o hábito de fumar. Mas que esse era um dos hábitos favoritos de Einstein, isso está claro. É que Einstein acreditava que o fumo “contribui para um julgamento calmo e objetivo em todos os tipos de casos da vida humana”. O que se sabe é que ele chegava a reutilizar bitucas de cigarro espalhadas pela rua para colocar em seu cachimbo.

5 – Meias

Não existe nenhum estudo ou pesquisa que comprove que pessoas que tem aversão à meias são mais inteligentes. Ou que não utilizá-las, desenvolve melhor a inteligência. O fato é que Einstein as odiava. E numa carta ele escreveu à sua prima (Elsa, que se tornaria mais tarde sua esposa):  “Quando eu era pequeno, eu descobri que o dedão sempre acaba fazendo um buraco na meia. Então eu parei de usar meias”.

6 – Música

Albert Einstein disse uma vez que via a sua própria vida na expressão da música. Apaixonado por música clássica e também pelo seu violino, era comum ver o gênio observar os pássaros enquanto tocava seu instrumento favorito. A música sempre lhe fazia chorar e depois da ciência, essa era a sua maior paixão.

7 – Gafanhotos

Os insetos contém o dobro de proteína que a carne bovina. Não se sabe se era por isso que Einstein gostava de comê-los. O fato é que seu motorista revelou que, durante um passeio ele foi até o gramado, pegou um gafanhoto e o comeu. Talvez fosse só mais uma de suas maluquices, talvez há algo de genial em comer gafanhotos.

8 – Velejar

Observar a natureza, estar em meio a ela. Sabe-se que Einstein era um exímio observador e que foi justamente essa sua capacidade que lhe conferiu as maiores descobertas. Talvez justamente por isso um de seus maiores hobbies era velejar.

O que temos certeza é que a inteligência é moldada a partir da observação e não da cópia. Argumentar e refutar inclusive os gênios, consiste no processo de desenvolvimento do próprio intelecto. Como o próprio Einstein disse: “O importante é jamais parar de questionar: a curiosidade tem sua razão de existir”, disse à revista Life em 1955.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre esse gênio? Faltou alguma curiosidade que não consta nessa lista? Não esqueça de deixar o seu comentário.

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