Casa decorada ao estilo O grande Gatsby está à venda nos EUA
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Casa decorada ao estilo O grande Gatsby está à venda nos EUA

Uma casa bastante diferente em Leeds, no Reino Unido, entrou no mercado imobiliário no mês passado. A residência, inspirada na produção O grande Gatsby, foi construída em um terreno de 1524 metros quadrados, possui nove quartos, quatro banheiros, quatro cozinhas, seis lareiras, lustres e três fontes, bem como um anexo independente, ideal para oferecer às visitas.

O terreno em que a luxuosa casa se encontra, além de ser de fácil manutenção, é altamente impressionante, pois possui três portões eletrônicos que dão acesso à uma garagem dupla e a um estacionamento junto à casa, com vagas suplementares na parte de trás.

De acordo com a descrição do anúncio de venda, a casa pode suportar, e de forma confortável, até três famílias. Quer conferir mais fotos que retratam o interior da casa? Então, basta clicar aqui.

A casa que inspirou o filme

Aqueles que leram o livro, sabem muito bem que a mansão de Jay Gatsby foi anfitriã de festas fabulosas, as quais sempre estiveram recheadas de recursos exagerados. Em 2013, quando o clássico romance de F. Scott Fitzgerald foi transformado em filme, os cenógrafos, para serem fiel a obra, escolheram uma casa colonial de 1928 em Long Island, Nova York, para realizar as filmagens.

A casa, após as filmagens, também entrou para o mercado imobiliário. Com aproximadamente 4.435 metros quadrados, a residência estava disponível por US$ 85 milhões. A casa possui 18 quartos, além de um salão de beleza, uma adega e uma sala de degustação.

Por ter sido construída em uma área de 7,7 hectares, a estrutura oferece inúmeras comodidades ao ar livre, como, por exemplo, um rio de águas calmas, piscina com tobogã, bares molhados, quadra de tênis, jardins nipo-ingleses e pequenas lagoas que se transformaram em criadouros de carpas.

Há também uma garagem de dois níveis – com elevador hidráulico -, que acomoda nove carros, bem como um cais privado, que pode atracar um iate de até 60 metros.

O filme

De acordo com Baz Luhrmann, a ideia de levar a obra literária O Grande Gatsby surgiu em meio a uma viagem pelo Expresso Transiberiano, o qual corta exóticas paisagens entre Moscou a Pequim.

“Eram quatro horas da manhã, eu tinha uma garrafa de vinho e dois livros comigo. Um deles era O Grande Gatsby. Quando o terminei, fiquei pasmo. Decidi que ia adaptá-lo um dia”.

O filme, para quem não viu, é definitivamente o espelho resumido da obra. Mesmo sendo uma versão curta, é esteticamente atrativa – o que só foi possível fazer graças a direção de arte e, claro, ao elenco, que foi, sem sombra de dúvida, altamente caracterizado.

O único defeito do filme, sinceramente, é a velocidade em que a inebriada trama se move, pois acaba impedindo o telespectador de acompanhar a visualização de detalhes que são extremamente essenciais. Ou seja, temos, infelizmente, que contentar apenas em passar o olho no retrato vívido das paixões humanas que marcaram o ano de 1925.

Mas por conta dessa velocidade em que a trama se desenvolve, vale a pena assistir o filme? Claro que sim! Vale, e muito, afinal, a produção transforma os conceitos literários em simples metáforas cinematográficas. Até a narração em primeira pessoa do romance se faz presente no filme e quem transforma essa narração em poesia é ninguém mais, ninguém menos que o fantástico Tobey Maguire.

E vale lembrar que o nosso querido Leonardo DiCaprio é um monstro na interpretação, dominando, com leveza, todas as marcas do clássico playboy, apresentando, assim, um novo Jay Gatsby para uma nova geração.