Curiosidades

Os homens gigantes existiam no nosso mundo?

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As teorias sobre homens gigantes existem há muitos anos. São conspirações que alegam que o Vaticano ou até mesmo o Smithsonian estão escondendo esqueletos humanos ultragrandes.

A suposta evidência para essas teorias muitas vezes consiste em imagens de “esqueletos humanos gigantes” que parecem impressionantes à primeira vista, mas que são, na verdade, criações geradas pelo Photoshop.

Se você ainda não se deparou com essas histórias, é um dos poucos usuários da internet. Em alguns casos, postagens virais apresentam imagens de “esqueletos humanos gigantes” que supostamente foram desenterrados, com destaque para sua enormidade.

Embora os divulgadores dessas imagens insistam em sua autenticidade, há um detalhe crucial a ser observado: essas imagens originaram-se de uma competição de Photoshop realizada em 2002, cujo objetivo era criar descobertas arqueológicas falsas.

Via Veja

Portanto, mesmo que essas histórias despertem curiosidade, uma investigação rápida revelará que elas carecem de fundamentos sólidos.

No entanto, é interessante pensar por um momento sobre a seguinte questão: “E se humanos gigantes, com 24 metros de altura, realmente existissem?”.

Homens gigantes poderiam existir?

Para compreender a impossibilidade de existirem humanos gigantes, podemos recorrer à lei do quadrado-cubo.

Esse princípio fundamental da matemática estabelece que, quando aumentamos o tamanho de um objeto, seu volume cresce mais rapidamente do que sua superfície.

Por exemplo, ao dobrar o tamanho de um cubo (ou, nesse contexto, de um ser humano), a área superficial quadruplica, enquanto o volume aumenta oito vezes.

Em termos simples, à medida que os seres humanos crescem, o volume de seus corpos aumenta exponencialmente, o que imporia uma sobrecarga insustentável sobre músculos e ossos.

Agora, imagine um ser humano dez vezes maior. A cada passo, seu peso exerceria uma força inimaginável sobre seus ossos. Dessa forma, seus músculos, já sobrecarregados, teriam dificuldade para sustentar uma estrutura de tamanho tão colossal.

A anatomia humana evoluiu ao longo de milênios para funcionar de maneira eficaz em nosso tamanho atual. Proporções gigantescas significariam que nossa própria anatomia se tornaria um obstáculo.

Portanto, mesmo que pudesse existir um ser humano de dimensões tão gigantescas, ele enfrentaria desafios intransponíveis.

A simples física de sua existência seria sua ruína, com seus ossos já sobrecarregados não resistindo ao estresse diário e seus músculos, apesar de sua magnitude, sendo praticamente inúteis.

As histórias sobre homens gigantes, embora tentadoras, pertencem mais ao domínio dos contos do que ao campo das publicações científicas.

E o que são os gigantes que existem?

Via Segredos do Mundo

Não existem homens gigantes de verdade como os retratados em mitos, lendas ou teorias de conspiração.

Seres humanos gigantes, com dimensões extraordinárias, como aqueles frequentemente mencionados em histórias e folclores, não têm base na realidade.

No entanto, existem algumas pessoas maiores do que imaginamos. Nesse caso, são pessoas com uma condição médica chamada gigantismo. Ela é causada pelo excesso de hormônio do crescimento (GH) durante a infância e a adolescência.

O hormônio do crescimento é produzido pela glândula pituitária no cérebro e é responsável pelo crescimento normal do corpo. Quando há uma produção excessiva desse hormônio, pode ocorrer um crescimento anormal.

As pessoas com gigantismo geralmente apresentam um crescimento desproporcional em relação à média, o que resulta em uma estatura muito acima do normal.

Essa condição é rara e pode estar associada a problemas de saúde, como aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes e outras complicações.

É importante observar que o gigantismo é uma condição médica específica e não tem nenhuma relação com os gigantes que as pessoas mencionam em mitos e lendas. Elas realmente não existem.

Contudo, o tratamento para o gigantismo é possível, e envolve a regulação dos níveis de hormônio do crescimento por meio de medicamentos ou, em casos graves, a remoção cirúrgica do tumor na glândula pituitária que causa o excesso de produção de GH.

Assim, com o tratamento adequado, é possível controlar o crescimento excessivo e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pelo gigantismo, sem confundi-las com seres antepassados gigantes.

 

Fonte: Mistérios do Mundo

Imagens: Veja, Segredos do Mundo

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