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Você tem grandes "formas físicas"? Segundo a ciência isso tem muito a dizer sobre sua capacidade mental

POR André Quincas    EM Entretenimento      10/02/16 às 14h08

As formas das mulheres brasileiras sempre foram admiradas mundo a fora, sobretudo pela ênfase que os brasileiros dão em especial ao bumbum. O corpo da mulher brasileira é referenciado no mundo todo. Ao passo que as europeias e norte americanas têm um comum e normalmente esguio, nossa miscigenação nos garante uma grande diversidade de formas físicas e corpos exuberantes.

Desde os anos 90, com o estouro do axé coreografado do finado grupo "É o Tchan" que vemos duas discussões perenes no Brasil: a banalização da cultura e o enaltecimento da bunda em detrimento do intelecto. Mas será mesmo que uma boa forma física e músculos e curvas em "abundância" sinalizam um intelecto anulado? A ciência têm algo a dizer sobre isso e não é nada do que defende a maioria dos pseudo intelectuais.

Um estudo realizado pela Universidade de Oxford apontou a relação entre os grandes derrieres das mulheres e a resistência a doenças crônicas. A pesquisa analisou 16 mil mulheres e mostrou que, mulheres com maiores bumbuns tendem a ter menores níveis de glicose e colesterol no sangue. Dessa forma, os níveis de ômega 3 se mantêm mais elevados.

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O ômega 3 oferece vários benefícios, entre eles, o desenvolvimento do cérebro, força dos ossos e saúde cardíaca. Além do ômega 3, os cientistas identificaram também nas mulheres com maiores ancas, níveis mais altos de leptina, hormônio que ajuda a manter os níveis de energia através da inibição da fome, levando a níveis mais baixos de obesidade.

Acerca da distribuição da gordura corporal, nunca antes a ciência havia estudado os indicadores que podem ser promovidos pela concentração de gordura nas coxas e em um significativo perímetro das ancas. Essa descoberta indica que as mulheres com maiores quadris podem sim ser mais inteligentes, saudáveis e com mais predisposição a serem magras.

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Vale ressaltar que a pesquisa estudou mulheres que não realizaram procedimentos de enxerto ou cirurgias invasivas para aumento do bumbum. O que foi tratado aqui foi a relação entre o acúmulo natural de volume nas coxas e quadris e a relação entre esse quadro e a produção de hormônios que influem no ritmo do corpo e atividade cerebral.

Sabemos que, muitas mulheres inclusive abrem mão do bem estar físico em nome da vaidade e da visibilidade que um bumbum redondo podem lhes proporcionar. Contudo, numa cultura extremamente visualista como a nossa, as mulheres que se submetem a isso podem ser consideradas de baixo nível intelectual?

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André Quincas
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
As categorias Terror, Sobrenatural, CreppyPasta e entretenimento têm como único objetivo de entreter. Não devem ser utilizadas como fontes de artigos científicos ou trabalhos escolares.
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