Curiosidades

5 descobertas científicas que quebraram recordes em 2020

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Acredite ou não, 2020 não foi somente sobre o coronavírus. Foi também um ano recheado de descobertas científicas e muitas – pasmem – quebraram recordes. Foi no ano que se passou, que os cientistas descobriram uma poeira estelar com mais de 7 bilhões de anos, ou seja, o material mais antigo de nosso planeta.

Em 2020, arqueólogos encontraram também um cemitério de 31.000 anos que continha os restos mortais de gêmeos idênticos – até o momento, são os mais antigos já encontrados. Achou interessante? Então, confira, agora, essas e outras descobertas que quebraram recordes no ano passado.

1 – O pássaro que realizou o voo mais longo

Um pequeno e singelo pássaro quebrou o recorde mundial ao realizar um voo sem escalas. No dia 16 de setembro, o pássaro, um lobo-rabo-de-barra macho (Limosa lapponica) conhecido como “4BBRW”, partiu do sudoeste do Alasca e voou 11 dias direto até chegar à Nova Zelândia. Em suma, o pássaro percorreu uma distância de 12.200 km, superando, assim, o recorde anterior, que era de uma uma judiaria fêmea. A ave, nesse caso, em 2007, voou cerca de 11.500 km, em nove dias.

2 – O animal mais comprido de todos

Enquanto coletavam amostras das profundezas oceânicas, pesquisadores descobriram uma criatura extremamente longa e fibrosa De acordo com os cientistas, este é o maior animal já descoberto. A criatura, conhecida como sifonóforo, media 45 metros de comprimento.

Esses organismos, basicamente, são translúcidos, pegajosos e pertencem ao reino dos cnidários. E por que são tão grandes? Porque são compostos de criaturas menores, assim como os corais. Um estudo divulgado em 2005 revelou que todo sifonóforo é constituído por pequenos “zooóides”. Cada zoóide vive sua própria vida, mas está sempre conectado a seus companheiros zoóides e desempenha uma função para todo o sifonóforo.

3 – Foto de maior exposição

O que acontece se juntarmos uma lata de cerveja, papel fotográfico e uma câmera pinhole de baixa tecnologia? Bom, sinceramente? Um dos experimentos mais extraordinários de todos os tempos. Os materiais citados acima, juntos, fizeram parte de um experimento de um estudante da Universidade de Hertfordshire.

O aluno, com o auxílio dos materiais, criou uma foto que registou 2.953 rastros em arco do sol, conforme ele nascia e descia ao longo de um período de oito anos e um mês. O registro é a prova de que o estudante foi capaz de elaborar uma foto com a maior exposição.

4 – A maior tartaruga que já existiu

A maior tartaruga que já existiu viveu há 8 milhões de anos. O caso da criatura possuia quase 2,4 m de diâmetro. Pertencente a espécie – agora extinta – Stupendemys geográfico, a tartaruga habitava a região norte da América do Sul durante o Mioceno, época que durou de 12 milhões a 5 milhões de anos.

O animal, além disso, pesava cerca de 1.145 kg, 100 vezes mais que seu parente vivo mais próximo, a tartaruga do rio Amazonas (Peltocephalus dumerilianus), e duas vezes o tamanho da maior tartaruga viva, a tartaruga marinha (Dermochelys coriacea). A descoberta foi divulgada na revista Science Advances.

5 – Os fósseis mais antigos de gêmeos idênticos

Um cemitério de 31.000 anos, que foi descoberto no sítio arqueológico de Krems-Wachtberg, na Áustria, continha os restos mortais de bebês gêmeos idênticos, provavelmente o mais antigo já visto até hoje. A sepultura foi encontrada em 2005, mas foi somente em 2020, que uma nova análise foi feita para confirmar que os bebês eram gêmeos idênticos. De acordo com o estudo, publicado pela revista Communications Biology, um dos bebês morreu logo após o parto e o outro viveu cerca de 50 dias.

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