
Vários animais que habitam nosso planeta estão se tornando verdadeiras raridades. A causa dos animais entrarem em extinção é principalmente pela destruição do seu habitat. A derrubada das florestas, poluição do ar, rios e mares pode fazer com que espécies inteiras deixem de existir sem a gente saiba de sua existência. Mas existem aqueles animais raros que simplesmente insistem em ficar escondidos.
Mas o desafio de vê-las e registrá-las não parece preocupar alguns biólogos que dedicam suas vidas a encontrar essas espécies. As breves fotografias deles podem mudar a nossa visão sobre elas. E quanto mais vídeos e fotos são capturadas dessas espécies, melhor é o nosso entendimento sobre a importância da conservação do habitat onde eles vivem.
Uma simples imagem já é capaz de fazer com que as pessoas se admirem por essas criaturas. E é bastante perturbador pensar que podemos passar nossa vida toda sem ver esse animal da foto. E só com a ajuda da tecnologia é que temos essa oportunidade de ver esses animais. Mostramos aqui as fotos de alguns dos animais mais raros do mundo.
Existem várias espécies desse animal que é um primo do cavalo-marinho. Mas em 2016, os pesquisadores do Scripps Institution of Oceanography e do Western Australian Museum descobriram esse em específico na costa da Austrália.
Os cientistas o filmaram com um submersível de controle remoto durante meia hora. Eles observaram o habitat do animal e o seu comportamento. Antes disso ele nunca tinha sido observado na natureza. E diferente de outras espécies de dragões-marinhos, o rubi tem uma cauda enrolada e não tem os apêndices que é uma constante em todas as outras espécies de dragões-marinhos.
Essa é um animal bastante ameaçado que vive em pouquíssimos lugares da Indonésia. Ele é o único rinoceronte asiático com chifre duplo e é por conta de seus chifres que eles são mortos. A população desse animal está acabando de forma drástica. E os especialistas pensam que aproximadamente 80 indivíduos vivem na natureza.
Os pesquisadores tentam deixar esses rinocerontes em santuários de vida selvagem como por exemplo, o Parque Nacional Kambas, na Sumatra e na Floresta Protegida Kelian. Nesses lugares os rinocerontes podem viver tranquilamente. Nessa foto vemos Delilah, um rinoceronte-sumatra fêmea que vive em um santuário. O registro foi feito em março desse ano.
A foto foi a primeira feita de um grupo de gorilas do rio transversal. Esses animais estão extremamente ameaçados e é estimado que existam entre 200 e 300 deles vivos nos ambientes naturais.
O que reduziu o habitat desses animais foi a agricultura e pecuária em Camarões e na Nigéria. Além disso, também existe o roubo dos animais. Mas desde 2012 não existe registro de morte. E nesse ano eles não foram nem avistados desde que essa imagem foi capturada. Ela foi tirada no mês passado.
Elas não são capazes de afundar navios como se era pensado na época das grandes navegações, mas as lulas gigantes realmente existem. E até mesmo os pesquisadores sabem muito pouco sobre essas criaturas misteriosas. Mas a expedição que rendeu essa imagem os ajudou a compreender o comportamento dela.
Em julho de 2019, uma equipe de pesquisadores conseguiu filmar uma lula gingante. Essa foi a segunda vez que um desses animais foi filmado. Por eles viverem nas profundezas, a maior parte dos encontros é com espécimes mortas.
Esses rinocerontes estavam tão ameaçados que, em 2019, só existiam 72 deles. Desde 2018, a população de rinocerontes java aumentou em quatro vezes, mas mesmo assim o número é pouco.
De todos os rinocerontes, o java é o que está mais ameaçado de extinção por conta da caça ilegal e perda de habitat. E por mais que o aumento tenha sido pequeno, só por ele ter existido já é uma esperança para o futuro desses animais. A imagem foi publicada pelo Parque Nacional Ujung Kulon, na Indonésia, esse mês.
Essa é uma das aves mais raras de se encontrar no mundo. Esse pássaro é pequeno e bem rápido. Ele está na lista de animais ameaçados por conta da perda do seu habitat e também por ter uma diminuição bem rápida no número de espécimes.
A foto foi feita em março em uma única sessão. Não existe nenhuma outra foto conhecida de um martim-pescador-anão das Filipinas nesses 130 anos que a espécie é conhecida. A foto foi feita pelo biólogo Miguel De Leon e o pássaro tinha aproximadamente três semanas na época do registro.






