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7 fatos mortais sobre Albert Fish, o Vampiro do Brooklyn

POR Leticia Rocha    EM Terror & Sobrenatural      29/08/18 às 19h08

Albert Fish foi serial killer, canibal e masoquista confesso. O homem, além de cometer os crimes, não se envergonhava de admití-los. No caso que o levou à prisão e pena de morte, o homem escreveu uma carta para a mãe da garota, em que descreve cada detalhe do crime. Você pode ler essa carta aqui:

LEIA A CARTA ASSUSTADORA QUE UM CANIBAL ENVIOU A MÃE DE SUA VÍTIMA

Após cometer inúmeros crimes, Albert finalmente foi preso e condenado à morte na cadeira elétrica. Em nenhum momento o homem demonstrou arrependimento. Muito pelo contrário, sempre muito detalhista e frio ao contar sobre as atrocidades que cometia.

Descubra agora 7 fatos mortais sobre Albert Fish, o serial killer devorador de crianças. Entenda também porque ele é chamado de Vampiro do Brooklin.

1 - Obcecado por religião e por sacrifícios

Albert Fisher começou a sofrer de alucinações, mas não eram quaisquer devaneios. Os delírios sempre envolviam personagens religiosos, como por exemplo Jesus. As alucinações não era algo inédito para Fisher, já que sua mãe também as tinha. Ele criou para si a ilusão de que não estava fazendo nada grave, caso contrário Deus iria lhe repreender imediatamente.

2 - Obrigava os filhos a vê-lo se autoflagelar

Quando criança Albert foi deixado em um orfanato, já que mãe não tinha condições para sustentá-lo. Era constantemente agredido e foi nesse momento que descobriu que gostava da dor. Mais tarde a mãe o tirou do orfanato, no entanto, isso não parou seus desejos masoquistas.

Fisher obrigava os filhos não só a assistissem suas sessões de autoflagelo, como também os obrigava a baterem no próprio pai.

3 - Gostava de perfurar o próprio corpo

Essa é a imagem de um raio-x solicitado quando Albert foi preso. Foram encontradas cerca de 29 agulhas entre o ânus e o testículo. Fisher gostava de perfurar seu corpo, no entanto, às vezes colocava as agulhas tão fundo, que tornava-se impossível retirá-las.

4 - O apelido veio de uma motivação real

Albert Fisher tem esse apelido por conta de um dos crimes brutais que cometeu. Após sequestrar, espancar e decepar o corpo de uma criança Fisher bebeu o sangue que escorria do corpo da vítima.

5 - Tinha fetiche de coprofilia e urofilia

Quando adolescente, o homem teve um relacionamento homoafetivo com um telegrafo, com o qual trabalhava. Foi ele quem incentivou Albert a beber urina e também praticar a coprofagia, que se baseia no ato de comer fezes.

6 - Quase matou o próprio amante

Albert teve outro relacionamento homoafetivo, dessa vez com um jovem de 19 anos, que sofria de problemas mentais. Fisher era casado na época, então o homem era seu amante. Mas chegou um momento em que ele decidiu matar o amante. O levou para uma fazenda isolada, o torturou o quanto pode, mas por algum motivo mudou de ideia e decidiu não matá-lo. Deu 10 dólares ao homem e o abandonou no local.

7 - Suas vítimas favoritas eram crianças negras e com deficiência mental

Albet foi julgado por apenas um de seus crimes, mas os promotores tinham convicção de que o homem esteve envolvido no ataque a mais de 100 crianças. O homem morou em 23 estados americanos e confessou ter matado pelo menos uma criança em cada estado em que esteve.

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Leticia Rocha
Estudante de Jornalismo, apaixonada por pequi, vendedora de pão de mel e de tudo que colocar na minha mão!
As categorias Terror, Sobrenatural, CreppyPasta e entretenimento têm como único objetivo de entreter. Não devem ser utilizadas como fontes de artigos científicos ou trabalhos escolares.
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