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Conheça a americana que morou em uma árvore por 2 anos para salvá-la

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Todos nós devemos cuidar do meio ambiente, a natureza como um todo, incluindo animais e plantas. Embora muitas pessoas não abracem essa responsabilidade, devemos dar o nosso melhor e deixar um futuro garantido para as próximas gerações. Para se ter uma ideia, todos os anos algumas espécies de animais entram em extinção. O mundo já perdeu muito do que tinha e com isso, perdemos também. As florestas estão cada vez mais danificadas e sumindo em meio às chamas. No Brasil, por exemplo, as queimadas na Amazônia estão cada ano piores. Sendo assim, podemos mudar essa realidade com atitudes simples, como não jogar o lixo na rua, não caçar animais e plantar pelo menos uma árvore quando puder.

Por sorte, existem pessoas bastante engajadas na luta em proteção ao meio ambiente, como Julia Hill. Esta é uma ativista que deixou os seus passos na história salvando árvores antigas. Um caso que chamou a atenção foi quando Julia morou em uma por mais de 2 anos. Seu feito foi tão marcante que inspirou um episódio de Os Simpsos, que por sua vez trouxe bastante visibilidade às questões ecológicas. E foi pensando um pouco sobre isso, que decidimos trazer essa matéria. Confira conosco a seguir e surpreenda-se.

Julia, a ativista que salvou uma árvore morando nela

Julia Colina nasceu no dia 18 de fevereiro de 1974, no Missouri, na família de um pregador itinerante. Quando completou 23 anos, se juntou a um grupo de ativistas ambientais no norte da Califórnia. Essas pessoas dedicavam suas vidas para lutar contra o corte raso de sequoias gigantes antigas pela Pacific Lumber Company. O grupo usava um método bastante simples: se sentavam nas árvores que estavam prestes a serem cortadas.

Os “plantadores de árvores” ficavam em guarda em rotação por dias, mas seus líderes queriam que alguém ficasse de plantação por uma semana. No entanto, ninguém se ofereceu para isso, até que Julia concordou. Em vez de uma semana, ela ficou no topo da árvore por mais de 2 anos. A jovem jurou que não desceria até que fizesse a diferença. Ela passou 738 dias morando em uma plataforma que ficava na árvore de 1000 anos de idade.

A jovem precisou lutar contra o assédio de helicópteros, enfrenrar chuva, frio, ventos de inverno, doenças e até um cerco de 10 dias por seguranças e madeireiros contratados pela Pacific Lumber. A jovem sobreviveu a algumas condições impossível: andava descalça, recebia mantimentos do pessoal de terra por uma corda, cozinhava em um pequeno fogão e se mantinha aquecida em um saco de dormir. Além disso, se comunicava com o mundo por meio de um telefone celular movido a energia solar.

O sucesso no salvamento da árvore

Julia teve sucesso em sua busca. Em 1999, a Pacific Lumber finalmente desistiu de cortar a árvore. A empresa concordou com a proteção permanente de uma zona tampão de 60 metros ao redor de Luna e outras sequoias antigas. Depois disso, Julia deixou sua residência temporária e voltou ao solo, descalça e vacilante. O seu esforço foi notado pela mídia e deu força à luta ambiental. Ela informou ao público que apenas 3% das florestas antigas hoje vivem. Esses lugares precisam de proteção e cuidados adequados.

Apesar de tudo isso, um ano depois a árvore foi vandalizada. Usaram uma serra elétrica para deixar um corte no seu tronco. No entanto, graças à dedicação de arboristas, a vida da árvore foi salva. Os suportes de aço de primeiros socorros foram projetados, fabricados e instalados em apenas um dia. Quando a jovem soube do incidente, admitiu que parecia que uma motosserra a havia cortado e não a árvore. Felizmente hoje, 20 anos depois, Luna ainda é uma bela árvore com folhas verdes e continua crescendo.

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