Lugares e Construções

Conheça o Castelo Hohenzollern, na Alemanha

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O portal All That is Interesting publicou uma reportagem, recentemente, apresentando ao público, o majestoso Castelo Hohenzollern. A reportagem não só mostra a magnitude do castelo como nos convida a perceber que as construções, que ilustram as diversas produções infantis que conhecemos, não existem apenas nas telinhas.

Localizado na Alemanha, no topo de uma colina culminada pela famosa pela Floresta Negra, o Castelo Hohenzollern se mostra impetuoso sobre a cidade de Bisingen. A estrutura, que pertencia antigamente à Casa de Hohenzollern, dinastia alemã -, atualmente, está sob o domínio do príncipe George Frederick, chefe do ramo prussiano da família Hohenzollern.

Pelo interior do castelo

Conforme expôs a reportagem do portal All That is Interesting, parte da estrutura do Castelo Hohenzollern neogótico se mantém a base de tijolos. Em seu interior, o castelo abriga uma considerável coleção de obras de arte e peças de joalheria. Em uma das partes, há ainda um espaço reservado para a exibição de filmes ao ar livre. Por esses e outros motivos, o castelo recebe anualmente milhares de turistas.

Outra curiosidade, que foi ressaltada pelo portal de notícias, envolve o fato dos visitantes poderem adquirir uma cerveja personalizada. A bebida, intitulada de Pruessens, é fabricada na própria cervejaria do castelo. Mesmo oferecendo todos esses significativos recursos, o Castelo de Hohenzollern não é habitado há séculos.

A história

O Castelo Hohenzollern é o terceiro de três palácios que existiram na encosta do topo da montanha. Segundo o portal All That is Interesting, todos os castelos foram nomeados em homenagem à família real alemã Hohenzollern.

O castelo foi mencionado em registros históricos pela primeira vez no início do século 11. Conforme apontam os registros, o palácio foi considerado a estrutura mais segura de toda a Alemanha.

Por infortúnio do destino, a estrutura foi completamente destruída em 1423. No entanto, no ano seguinte, a família real decidiu erguer no local um segundo castelo, o qual, em 1634, tornou-se domínio austríaco.

O regime se manteve por 100 anos, até que os franceses ocuparam a estrutura. Após a Guerra da Sucessão Austríaca, o castelo voltou a ser novamente do governo austríaco. À data, acredita-se que o palácio foi ocupado poucas vezes. Em um constante abandono, a estrutura, lentamente, transformou-se em uma ruína.

A terceira versão do castelo

Dominada pela natureza, a estrutura só foi revitalizada com a chegada de um descendente da dinastia Hohenzollern, o príncipe herdeiro Frederico Guilherme IV, da Prússia. O membro da realeza decidiu reconstruir o castelo quando havia visitado o sul da Alemanha, em 1819, para estabelecer um contato com as raízes de sua família.

Em meio a tal jornada, o príncipe reivindica o histórico palácio. Segundo o portal, para tornar o castelo mais uma vez glorioso, Frederico Guilherme IV contrata o arquiteto Friedrich August Stüler. O projeto de revitalização do castelo foi inspirado no Renascimento Gótico Inglês. As obras foram concluídas em 1867.

Mesmo em perfeitas condições, nenhum membro da família de Frederico Guilherme IV – e nem mesmo o príncipe – habitou o local. “O atual proprietário, George Frederick, é o tataraneto e herdeiro de Guilherme II, o último imperador alemão e rei da Prússia que, como neto mais velho da Rainha Vitória, renunciou ao trono, buscando exílio na região no final da Primeira Guerra Mundial, em 1918”, aponta a reportagem publicada pelo site All That is Interesting.

Atualmente, o local é inundado diariamente por turistas, mas poucos podem visitar os Salões Dourados, por exemplo. Os turistas, além disso, não podem realizar nenhum tipo de registro. A grandeza do castelo, hoje, só pode ser admirada por meio das fotos que são feitas na área externa.

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