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Estadunidense faz sucesso confeccionando crochês de genitália

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A estadunidense Madily Hernandez percebeu uma abertura no mercado que muitos consideram inusitado ou até inimaginável. Isso porque ela começou a confeccionar crochês de genitália – e acabou tendo muito sucesso. Em um mês, ela chegou a ganhar cerca de R$ 114 mil reais. Assim, ela confecciona seios, bundas e até mesmo pênis para seus clientes.

Madily Hernandez tem 28 anos e mora em Sacramento, na Califórnia. Em entrevista ao jornal Daily Mail, ela contou que todo o empreendimento começou com uma brincadeira. Isso porque Madily recebeu um meme de um pênis de crochê de uma amiga e decidiu tentar fazer um ela mesma.

“Uma amiga me enviou um meme de pênis de crochê como uma risada e eu fiz um para surpreendê-la. Foi o pênis mais feio que eu já vi, mas recebi centenas de mensagens de pessoas querendo encomendar um”, contou.

Além da genitália masculina, ela também confecciona seios e bundas de diferentes tamanhos e cores, o que atrai diversos clientes.

Dedicação

madily hernandez crochê de genitália

Madily Hernandez

Madily possui uma confecção que se destaca dos demais: um pênis de 1,80 cm que ela vende por 520 libras, cerca de R$ 3.200. Assim sendo, a jovem contou que, por conta do peso do eixo, até deslocou seu ombro durante a confecção.


Nesse demorei dias para fazer porque era muito pesado. Na verdade, tive que tirar alguns dias de folga porque segurar o eixo pesado deslocou o meu ombro, disse. Vale destacar que suas confecções variam de tamanho, com genitália que vai de 80 centímetros até 1 metro.

Ministério da Justiça proíbe venda de produtos com formato de genitália humana para menores de idade

No Brasil, o Ministério da Justiça determinou em primeiro de junho que estabelecimentos comerciais deixem de vender “produtos que reproduzem ou sugiram o formato de genitália humana e/ou partes do corpo humano com conotação sexual, erótica ou pornográfica” para menores de 18 anos. A norma foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A pasta ainda determina que os estabelecimentos comerciais não podem deixar, em local visível, como vitrines e letreiros, produtos com conteúdo pornográfico. Além disso, as lojas devem posicionar cartazes que informem a proibição da entrada de menores de idade.

O Ministério da Justiça deu um prazo de cinco dias, a partir de quarta-feira (1), para que as medidas estabelecidas sejam colocadas em vigor nos estabelecimentos comerciais. Então, em caso de descumprimento, os donos dos locais serão multados em R$ 500 por dia.

Assim sendo, se houver reincidência, a loja poderá ter a licença para exercer a atividade comercial cassada. De acordo com o Ministério da Justiça, a medida visa “a proteção dos consumidores, em especial daqueles hipervulneráveis, em prol da tutela dos princípios basilares do Código de Defesa do Consumidor, ligados à tutela do direito à vida, à saúde e à segurança, além da transparência inerente às relações de consumo e o respeito às normas que pressupõem o cumprimento da boa-fé objetiva”.

A decisão, assinada pela diretora substituta Laura Tirelli, da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), tem em consideração alguns estabelecimentos específicos, como “La Putaria”, do Rio de Janeiro (RJ), “Ki Putaria”, de Salvador (BA), “Assanhadxs Erotic Food”, de São Paulo (SP) e “La Pirokita”, de Maringá (PR).

Erotic food

Celso Tavares/g1

Nesse sentido, a produção de comida erótica, ou erotic food, como se espalha internacionalmente, vem ganhando destaque. No Brasil, os crepes em formato de genitália humana da “Assanhadxs Erotic Food” são de Gislene Silva, de 53 anos, e seu companheiro, o engenheiro eletrônico Marcos Afonso, de 49 anos.

“Há tempos eu queria deixar a engenharia de lado e abrir um negócio próprio. A Gigi tinha visto que existiam esses crepes na França e a gente começou a amadurecer a ideia, que demorou uns dez meses até a importação das máquinas e a abertura do contêiner. É uma proposta ousada, mas muito divertida pra gente, em todas as etapas”, disse Marcos Afonso.

“Nós tentamos abrir uma loja de artigos LGBTQI+, vendendo pulseiras e outros artigos, mas percebemos que a comida era o que tinha mais saída. Eu queria uma coisa que fosse diferente do que é oferecido aqui nos food trucks que dividem espaço com a gente. Aí veio o estalo…”, conta a comerciante.

Em relação à reação negativa por parte de conservadores, a dona deu sua opinião. “Vejo como uma grande brincadeira, já que todo mundo tem vagina e pênis. A gente tem que desconstruir esse fantasma de que é uma coisa privada e que deve ser tratada só na intimidade.”

Fonte: Aventuras na História

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