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A história de Hitler e seu fascínio pelo misterioso Santo Graal

POR Jesus Galvão    EM Curiosidades      10/09/18 às 14h27

Pelo que conhecemos, o líder nazista era fascinado pela figura de Jesus Cristo. E por objetos ligados ao cristianismo, pois segundo a visão de Hitler, eles poderiam torná-lo invencível. Porém, entre as peças sagradas, uma em especial chamava muito a atenção do Führer: o Santo Graal.

As simbologias por trás do cálice remetem a supostos poderes, como uma fonte eterna para a juventude ou até mesmo uma representação dos filhos biológicos de Jesus. Sabe-se que por muitas vezes os nazistas sob o comando de Hitler estiveram em busca de encontrar o santo cálice. Pesquisas e viagens foram realizadas atrás do paradeiro do objeto, aparentemente sem sucesso.

A seção oculta das forças armadas de Hitler

A Sociedade para Pesquisa e Ensino sobre o Patrimônio ou Ahnenerbe,  criada por Heinrich Himmler, buscava a origem dos arianos e provas para sustentar a sua superioridade. Antropólogos, arqueólogos, médicos e cientistas compunham esse grupo que realizavam suas reuniões e tinham como sede o Castelo de Wewelsburg.

No castelo também eram guardadas todas as relíquias encontradas por eles. A obsessão de Hitler pelo Santo Graal era sustentada pelo também obcecado Himmler. Ele dedicou muito esforço em pesquisas sobre o santo cálice. Uma expedição foi feita até a região de Languedoque-Rossilhão, na França, onde eles acreditavam que os descendentes de Cristo estivessem.

A viagem a Espanha

 

A viagem a França não foi tão satisfatória quanto pensavam os nazistas. O segundo destino, marcado por Hitler e Himmler, era Montserrat, Espanha. Eles estavam repetindo o caminho seguido por Parsifal, que também teria feito suas próprias buscas pelo Santo Graal. Ao chegar ao local, mais decepções. Nada de Cálice. Nada de fonte da juventude.

Então eles partiram para outro local, o castelo de Montségur, localizado no sudoeste da França. Quando eles chegaram lá, diferente do que eles imaginavam, não foram bem recebidos. O abade Antoni María Marcet teria se recusado a recebê-los. A desculpa usada por ele é de que ele não falava alemão. No entanto, aparentemente Marcet sabia que Hitler desprezava a igreja Católica e por isso se recusou.

Algumas fontes afirmaram que os nazistas não teriam ficado desapontados com a decisão de Marcet, e que nesta viagem eles teriam conseguido outras informações a respeito da relíquia. Então, os homens de Hitler seguiram viagem e os resultados dessa jornada nunca foram divulgados.

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Via   Supercurioso  
Imagens Gibanet
Jesus Galvão
Goiano, Canceriano e Publicitário.
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