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Médicos chineses dizem que milhões podem morrer por Covid-19

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Começamos 2023 de uma forma diferente dos últimos anos. Aqui no Brasil, por exemplo, as comemorações na espera do novo ano seguiram normalmente. Depois de quase três anos lutando contra a Covid-19, estamos finalmente voltando à normalidade. A pandemia que assombrou o mundo e fez milhões de vítimas começou em 2020, na China. O alastramento do vírus Sars-CoV-2, que causa a Covid-19, foi rápido e logo todos os países estavam parando suas atividades para tentar conter a proliferação.

No entanto, as coisas só normalizaram após as campanhas de vacinação em massa. Diversas empresas se empenharam dia e noite para criarem vacinas eficientes, capazes de amenizar os danos causados pelo vírus e, consequentemente, evitar mortes pela doença. No entanto, na China a situação não está como queríamos. O país onde tudo começou está passando por uma situação delicada. Uma nova onda está assolando o país asiático e os médicos apontam que milhões de pessoas ainda morrerão de Covid-19. Entenda mais.

Nova onda de Covid-19 na China

A China, como falamos anteriormente, foi o primeiro país a sentir os efeitos da pandemia. Hoje eles vivem uma crise sanitária que pode ser catastrófica. Segundo o epidemiologista chinês Eric Feigl-Ding, da ONU, a crescente assustadora dos casos se deve, acima de tudo, ao fim das restrições instituídas pelo governo. Isso tem causado lotação em hospitais, causando então uma explosão nos serviços funerários.

Feigl-Ding, que é Chefe da Torça Tarefa Covid no Instituto de Sistemas Complexos de New England, e cofundador da Rede Mundial de Saúde e membro do comitê sobre Covid na ONU, disse que as notícias que rodam por aí são baseadas em informações de hospitais e funerárias do país. Então, diante do novo momento pandêmico, eles estariam usando refrigeradores para conservar corpos.

“O tempo de duplicação do vírus na China pode não ser mais de dias, mas de horas”, disse Eric. “As consequências ecológicas globais (…) serão feias”. De acordo com portais chineses, o fim do programa “covid zero” pode resultar em milhões de vítimas fatais nos próximos meses.

Motivo da emergência sanitária na China

Em meio aos motivos que levaram a China a viver essa situação, o principal deles é a resistência dos idosos à vacinação e à defasagem da primeira composição de vacinas. Essas não atendem às demandas da variante Omicron. Mesmo 89% da população estando vacinada com duas doses, os números da OMS relata que somente 57% do país tomou a dose de reforço.

Felizmente a explosão de novos casos e morte é descartada em outros países onde as campanhas de vacinação ocorreram bem, de acordo com o presidente da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), Alexandre Naime. “A população global está muito melhor imunizada do que a chinesa”, disse. “Nossa lição é das as doses de reforço. Na China, será redução de danos”, completou.

Nos últimos dias, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) liberou o uso de dexametasona. Esse é um medicamento que trata os problemas reumáticos inflamatórios e alergias, para que possa tratar também da forma grave da Covid-19.

No entanto, esse tratamento é recomendado apenas em casos graves, com saturação de oxigênio menor que 90%.

Fonte: Catraca Livre

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