Desde muito tempo, somos condicionados pelos filmes a acreditar que talvez exista a possibilidade de haver vida inteligente, em outro lugar no universo. Muitas pessoas são fascinadas por essa possibilidade e dedicam suas vidas, para achar vida fora da Terra.

Temos que concordar que não são todas as pessoas que acreditam que, de fato, possa existir vida em outros planetas. Mas diferentemente desse tipo de pensamento, a ciência e a física vêm nos revelando, que a probabilidade de existir vida lá fora é realmente muito alta. É ser muito egoísta pensar que nós estaríamos sozinhos no universo tão grande. E que não encontraríamos vidas alienígenas, se elas realmente existirem.

Mas será que essa vida que encontraremos, se encontrarmos, será como Hollywood nos mostrou? Todos temos em mente, ET's verdes, meio gosmentos, com uma cabeça e olhos gigantes e também com uma altura limitada. Além disso, eles costumam ter inteligência avançada, tecnologia de ponta e uma forma diferenciada de comunicação.

A vida extraterrestre abrange tudo aquilo que tem origem fora de nosso planeta, portanto, um simples microrganismo pode ser considerado como tal. Essa vida extraterrestre é sim possível de existir. Mais do que isso, a chance de ser real e de ir além de apenas um sonho ou mito, é muito grandes. Acontece que, apesar da grande possibilidade de existirem, essas formas de vida, provavelmente, são bem diferentes da maneira como imaginamos.

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Planeta

E sempre que pensamos na vida extraterrestre vemos Marte, como a opção mais óbvia de se encontrar vida fora do nosso planeta. Mas segundo um estudo, publicado na revista "Scientific Reports", existe uma chance minúscula de que Mercúrio tenha tudo que é preciso, para ser o hospedeiro de uma vida. Mesmo que ele seja o planeta mais perto do sol.

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"É possível que, enquanto houver água, as temperaturas sejam adequadas para a sobrevivência e possivelmente a origem da vida", disse o co-autor Jeffrey Kargel, do Instituto de Ciência Planetária.

Os pesquisadores analisam no estudo que a superfície de Mercúrio não é do jeito que é, por causa de terremotos, como a teoria predominantemente aceita diz. Ao invés disso, eles dizem que as rachaduras na superfície do planeta são causadas por voláteis, que são elementos que conseguem mudar de forma rápido,  de um estado para o outro. Como por exemplo, um líquido de transformando em gás e borbulhando por baixo.

E alguns voláteis, como a água, podem fazer com que uma ambiente fique favorável à vida em seu subsolos. Já que a superfície é quente demais chegando a ser aquecida a aproximadamente 430º Celcius, durante o dia.

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Olhar para outros planetas e pensar na possibilidade de existir vida em Mercúrio, é um tiro no escuro. Mas os pesquisadores se mantêm esperançosos com a sua teoria.

"Eu pensei que Alexis Rodriguez, o coautor do estudo, tivesse perdido a cabeça em algum momento. Mas quanto mais eu investigava as evidências geológicas e mais pensava sobre as condições físicas e químicas lá, mais percebi que essa ideia pode ser louca, mas não é completamente louca", concluiu Kargel.

Publicado em: 25/03/20 16h25