Ovos e Alzheimer são tema de estudo que encontrou associação entre consumo regular do alimento e menor risco da doença em idosos.
Ovos e Alzheimer são tema de estudo que encontrou associação entre consumo regular do alimento e menor risco da doença em idosos.
Pesquisadores da Harvard Medical School descobriram que mesmo níveis moderados de caminhada diária podem retardar o declínio cognitivo e atrasar os sintomas do Alzheimer. O estudo, publicado na Nature Medicine, acompanhou idosos por 14 anos e identificou uma ligação direta entre movimento físico e preservação cerebral.
Pesquisadores da USP usaram técnicas avançadas de imagem para mapear inflamação cerebral em adultos com síndrome de Down, descobriram que esse processo pode ajudar a explicar por que eles desenvolvem Alzheimer tão mais cedo. Seria a inflamação “o gatilho esquecido”?
Um novo estudo levantou a hipótese de que o encalhamento de golfinhos e baleias pode estar ligado a algo parecido com o Alzheimer humano. E o mais assustador? A causa pode estar na água.
Um estudo com quase meio milhão de pessoas revelou que andar de bicicleta regularmente pode reduzir em até 40% o risco de demência precoce. E o mais curioso: os benefícios aparecem até mesmo em quem tem predisposição genética para Alzheimer.
Uma pesquisa da Mayo Clinic revelou que a insônia crônica aumenta em 40% o risco de demência e acelera o envelhecimento cerebral. Dormir mal não é só ficar cansado: pode significar mudanças no cérebro ligadas ao Alzheimer.
Hambúrguer, batata frita e sorvete podem ser deliciosos, mas um novo estudo mostra que exagerar nesses alimentos faz mais do que aumentar a barriga: pode atrapalhar o funcionamento do cérebro e até abrir caminho para doenças como Alzheimer.
Boas notícias! Uma equipe da Havard Medical School, liderada pelo professor Bruce A. Yankner, identificou que a deficiência de lítio no cérebro pode estar diretamente ligado ao surgimento e progressão da doença
O novo remédio para Alzheimer é feito pela farmacêutica Eli Lilly e já pode ser distribuído no Brasil.
O diagnóstico precoce da doença ajuda no tratamento, e esses sinais na fala que podem indicar Alzheimer.
Alysson Muotri irá ao espaço para buscar a cura do autismo, alzheimer e outras condições cerebrais.
Cientistas brasileiros que pesquisam sobre o Alzheimer encontraram uma substância que pode restaurar a memória do paciente.
Pesquisadores descobriram um sintoma do Alzheimer que aparece aos 40 anos e pode ajudar no diagnóstico precoce da doença.
Esse spray nasal pode ser um possível tratamento para o Alzheimer e doenças neurodegenerativas.
Esse estudo mostrou uma possível maneira de modificar as células para que os efeitos do Alzheimer nelas seja evitado.






