Chip inspirado no cérebro humano pode reduzir em até 2.000 vezes o consumo de energia da inteligência artificial.
Chip inspirado no cérebro humano pode reduzir em até 2.000 vezes o consumo de energia da inteligência artificial.
Mercado de dados cerebrais cresce com avanço da neurotecnologia e levanta debate sobre privacidade e leis.
Cientistas conseguem reativar sinais elétricos em cérebro congelado de ratos, avanço importante na neurociência.
Experimento sugere que tecidos cerebrais podem manter atividade após congelamento, mas reativar cérebros completos ainda é impossível.
Estudo mostra que estresse durante a adolescência pode causar alterações permanentes em circuitos cerebrais ligados à emoção e cognição.
Descubra por que seu cérebro literalmente “puxa o freio de mão” e te faz adiar tarefas, e por que isso não é preguiça, mas um mecanismo neural evolutivo.
Entre festas, expectativas e mudanças na rotina, o cérebro passa por um verdadeiro turbilhão emocional no fim do ano, alternando prazer, estresse e fadiga mental.
O uso de rejuvenescimento digital em Stranger Things reacendeu o debate sobre o chamado “vale inquietante” e como o cérebro humano reage a rostos quase humanos, mas perceptivelmente artificiais.
Um estudo recente revela que usar simultaneamente maconha e cigarro pode mexer com o cérebro de forma diferente do que apenas um ou outro fumar sozinho.
Pesquisadores da USP usaram técnicas avançadas de imagem para mapear inflamação cerebral em adultos com síndrome de Down, descobriram que esse processo pode ajudar a explicar por que eles desenvolvem Alzheimer tão mais cedo. Seria a inflamação “o gatilho esquecido”?
Pesquisadores descobriram que o cérebro de bebês reconhece idiomas escutados ainda dentro do útero. O experimento mostra que, muito antes das primeiras palavras, o cérebro já está afinando suas redes linguísticas e o resultado é de cair o queixo.
Cientistas descobriram uma proteína que acelera o envelhecimento do cérebro. Ao bloqueá-la em camundongos, eles conseguiram restaurar a memória, como se o relógio tivesse voltado atrás. Será que estamos diante da chave para frear doenças como Alzheimer?
Uma pesquisa da Mayo Clinic revelou que a insônia crônica aumenta em 40% o risco de demência e acelera o envelhecimento cerebral. Dormir mal não é só ficar cansado: pode significar mudanças no cérebro ligadas ao Alzheimer.
Michele Souto sobreviveu à ruptura de dois aneurismas cerebrais e passou por uma experiência de quase morte. Hoje, ela compartilha como foi reaprender a viver e alerta para a importância do diagnóstico precoce.
Dá para turbinar o cérebro sem virar ermitão do estudo. Com pequenas mudanças de rotina, você ativa memória, foco e criatividade de um jeito surpreendentemente leve. Vem ver as 10 estratégias que realmente mexem no seu neurônio e por que elas funcionam.





