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7 programas mais bizarros da CIA

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A Agência Central de Inteligência, ou como é mais conhecida, a CIA, foi criada em 1947, na tentativa de ajudar a Casa Branca a acompanhar ameaças exteriores ao governo dos Estados Unidos. A CIA era uma derivação do Escritório de Serviços Estratégicos, que tinha como atividade a caça à nazistas e paramilitares.

A CIA, em um período pós-guerra, era uma organização de espionagem. O que não a impedia de criar alguns programas, que iam muito além da espionagem. E a questão de saber se alguma operação protege os interesses americanos ou não é bastante subjetiva. Mostramos aqui alguns programas bizarros que a CIA fez.

1 – Projeto 1794

Segundo pesquisas feitas em 2019, dois terços dos americanos acham que o governo tem mais dados sobre a vida extraterrestre do que é dito para os civis.

Em 2012, a CIA tirou do sigilo informações sobre o Projeto 1794. Ele foi uma colaboração de 1956, agências de inteligência tanto americanas, como canadenses. Elas contrataram o canadense, John Frost, para desenvolver uma aeronave super-sônica, em forma de disco que seria capaz de interceptar mísseis soviéticos. Ou seja, um disco voador. Por fim, o projeto foi abandonado. Mas esses documentos inspiraram qualquer entusiasta de OVNIs.

2 – Operação CHAOS

Um dos nomes mais famosos de toda comunidade de inteligência é Edward Snowden. Em 2013, ele divulgou documentos confidenciais, para os meios de comunicação que ele achava confiáveis. Nesses documentos, era mostrado que a Agência de Segurança Nacional vigia os cidadãos americanos.

E essa espionagem doméstica não é muito incomum para a CIA. Tanto Richard Nixon, quanto Lyndon Johnson, autorizaram a Operação CHAOS. Ele era um programa de vigilância doméstica, para ver se agentes estrangeiros estavam ou não recrutando americanos para protestar contra a Guerra do Vietnã. Mesmo que a operação não tenha dado nenhuma informação importante, ela ficou ativa, até 1974.

3 – Operação Clipe de Papel

No período da Segunda Guerra Mundial, a CIA ajudou os intelectuais judeus a escapar do regime nazista. Desses protegidos, talvez, os mais notáveis tenham sido Albert Einstein e J. Robert Oppernheimer. Enquanto moravam nos EUA, os dois desenvolveram a Teoria da Relatividade, e lideraram o Projeto Manhattan respectivamente.

O governo dos EUA considerava todos os cientistas talentosos como valiosos, em sua Guerra Fria contra a União Soviética comunista. Em um ponto, o presidente Harry Truman proibiu o Gabinete de Serviço Estratégico, que mais tarde foi renomeado como CIA, de evacuar qualquer nazista ou simpatizante do regime. Mas documentos revelam que a organização desafiou o presidente e falsificou registros de cientistas que poderiam ter sido acusados de crime de guerra.

4 – Projeto Açoriano

Durante a Guerra Fria, a CIA valorizava qualquer informação, que pudesse obter sobre a União Soviética. Em 1968, um submarino soviético, carregado com três bombas, naufragou a quase três mil quilômetros, a noroeste do Havaí. A CIA viu nisso uma oportunidade de obter informações valiosas. A CIA começou a construir uma garra mecânica que puxaria o submarino, a mais de cinco quilômetros da superfície.

Esse projeto durou seis anos e nunca foi concluído. O navio da CIA conseguiu puxar, com sucesso, apenas uma seção do submarino soviético, antes que os ladrões invadissem a empresa de construção que a CIA tinha contratado. Depois disso, os planos foram roubados e o projeto secreto foi liberado na mídia americana.

5 – Projeto Alcachofra

No livro “The Manchurian Candidate”, de Richard Condon, de 1959, um soldado americano é exposto à propaganda soviética, enquanto estava sob hipnose. Depois disso, ainda hipnotizado, ele é treinado para matar autoridades americanas. O enredo pode parecer estranho. Mas mais estranho ainda, foi a CIA tentando fazê-lo virar realidade.

O Projeto Alcachofra consistia pegar um agente estrangeiro, que tivesse parado de cooperar com a CIA, e convidá-lo para encontrar um agente da CIA, em um ambiente social. Esse agente então seria hipnotizado pelo agente da CIA. Então, o corpo e a mente do estrangeiro seria controlado pelo governo dos EUA. O projeto foi abandonado porque pensou-se que o agente estrangeiro fosse suscetível, sem saber que estava acontecendo uma hipnotização.

6 – Operação Mockingbird

Essa operação foi, supostamente, a que a CIA promoveu notícias que representavam desfavoravelmente os países comunistas ou protestos socioculturais ou sociopolíticos. A partir da segunda metade do século XX, a CIA alterou o seu relacionamento com as agências de notícias.

Alguns repórteres afirmaram que a CIA os enviou para o exterior, pedindo que eles cobrissem eventos internacionais, de forma que favorecessem a agência de inteligência americana.

7 –  Programa Phoenix

Na Guerra do Vietnã, a CIA tentou dar uma vantagem militar, aos soldados americanos que não estavam acostumados à guerra de guerrilha dos soldados do Vietnã do Norte. O Projeto Phoenix foi uma operação em que a CIA tentou capturar, torturar e matar os vietcongues mais valiosos.

Esse programa não ajudou os EUA a vencerem a guerra. Mas a CIA teve muito sucesso com seus objetivos. De acordo com a agência, cerca de 15.438 cidadãos vietnamitas foram mortos. Desses, 38 foram cidadãos inocentes, que foram alvos de todos os membros do Viet Cong.

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