Diziam que no futuro teríamos carros voadores. Pois bem, até agora, na segunda década do século 21, ainda não temos esse tipo de tecnologia. Mas já temos motos quase voadoras, isso quer dizer que já estamos no caminho. Mas sabe outra coisa super legal que já existe atualmente? Carros autônomos. Isso mesmo, veículos que não dependem de um ser humano para dirigir.

Já pensou o quão legal seria poder assistir TV, usar o celular, se maquiar ou até mesmo tirar uma soneca enquanto o seu carro te leva para onde você quiser? Por mais legal que isso pareça, essa novidade também tira um pouco da liberdade e autonomia que tínhamos com o carro. Mas nesse caso, seria uma troca justa. Você abriria mão da sensação de controle e liberdade em troca do conforto e comodidade de não precisar mais dirigir.

Estamos cada vez mais próximos da era dos carros sem motoristas. Esse tipo de veículo autodirigível é capaz de trocar de faixa sozinho, acionar freios e até de te buscar na porta da sua casa e lhe deixar exatamente na localização escolhida. Tudo parece muito incrível, mas vamos entender melhor como funcionam esses carros sem motoristas.

Carros autônomos

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A ideia de um veículo que consiga se locomover sozinho é trazer mais conforto e comodidade ao usuário. Agora, ele poderá desempenhar muitas outras atividades enquanto se desloca de um lugar para outro. Outro detalhe importante que os engenheiros pensaram na hora de criar esse modelo de carro, foi na segurança. É esperado que esse tipo de automóvel possa reduzir significativamente o número de acidentes de trânsito. Também tem o ponto positivo de que esses carros poderiam possibilitar que pessoas com deficiências, sejam elas visuais ou motoras, consigam ter autonomia no trânsito.

Hoje, já é possível encontrar veículos autodirigidos. Contudo, isso existe apenas nos Estados Unidos por enquanto. Um dos modelos de carros autônomos mais conhecidos é o desenvolvido pelo Google em parceria com a fabricante de automóveis Chrysler. Montadoras tradicionais como a Ford, Mercedes, GM, Volvo, FCA e Tesla já estão investindo forte nesse seguimento de mercado.

A Uber também já conta com um modelo de carro autodirigido. Desde o ano passado, o aplicativo de transporte de passageiros já vem oferecendo o serviço de carros sem motorista em Pittsburgh, na Pensilvânia. No caso, todas essas viagens são acompanhadas por um engenheiro que fica sentando no banco do condutor. A medida é uma prevenção caso ocorra algum imprevisto e seja necessário recorrer a intervenção humana.

No Brasil, já existem alguns projetos de carros que conseguem dirigir sozinhos, porém, os avanços ainda são limitados. Para que essa realidade avance no país, será preciso um maior investimento nas condições de infraestrutura de estradas e ruas.

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Como funciona um carro autônomo?

Essa é a pergunta que não quer calar. Como é que funciona, na prática,, esse tipo de carro? Para responder a esse questionamento, vamos usar como exemplo o carro autônomo do Google.

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Na verdade, o funcionamento do carro do Google é aparentemente muito mais simples do que o de um carro convencional. O passageiro entra no veículo, aperta o botão para acionar o carro e informa ao sistema para onde deseja ir. Nesse momento, o carro começa a se locomover sozinho. É possível ainda acompanhar todo o trajeto pela tela principal do veículo.

O curioso desse carro é que ele não possui volante, acelerador e nem freios. Então, você deve estar se perguntando, como tudo isso é controlado? Muito simples. Tudo é controlado por um computador que recebe os dados de sensores. O veículo é capaz de detectar objetos em todas as direções a uma distância de mais de dois campos de futebol. Mas caso o passageiro perceba algo fora do comum, pode contar com um botão que para o veículo.

Embora não tenha pedais físicos de aceleração e freio, o carro do Google conta com dois sistemas de frenagem e dois de aceleração. No caso de falha de algum deles, o outro começa a funcionar imediatamente.

Até o momento, as experiências com os carros autônomos têm sido bem positivas, exceto alguns casos envolvendo acidentes com esses veículos. A ideia surpreende mas saber, de fato, se isso funcionará bem no dia a dia, só o futuro irá nos dizer.

Publicado em: 27/06/19 15h53