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Disney Treasure, navio de cruzeiro que será lançado em 2024

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A Disney anunciou na última semana que está trabalhando em um novo navio de cruzeiro, chamado de Disney Treasure. Ao finalizar o projeto, esta será a sexta embarcação da empresa e a expectativa é de que o navio seja entregue em 2024.

Segundo informações da empresa, a decoração do novo navio será inspirada em uma aventura. Assim, as imagens de conceito indicam que o espaço principal do Disney Treasure terá uma estátua feita em bronze de Aladdin e Jasmine, assim como o tapete mágico, do filme clássico.

Disney Treasure cruzeiro

Reprodução/Disney Cruise Line

O navio terá 1.254 cabines para turistas, assim como outras embarcações da linha. A primeira, chamada Disney Wish, foi entregue ainda em junho. A previsão é de que um terceiro navio, ainda sem nome, comece a operar até 2025. O projeto do Disney Treasure foi apresentado durante a convenção D23 Expo, evento em que a empresa divulga seus novos projetos.

Disney aumenta preços e prioriza elite que gasta alto em parques

Estadunidenses vêm reclamando que os parques da Disney não estão sendo tão mágicos como já foram. Isso porque apontam que os parques estão se tornando inviáveis pelos preços, sem considerar, ainda, os preços em dólar em relação ao real.

Desse modo, a inflação afetou o mundo todo, inclusive os Estados Unidos. Porém, as vendas na divisão de parques, experiências e produtos, o que inclui DisneyLand, Walt Disney World e quatro resorts na Europa e Ásia (historicamente o segmento mais lucrativo da Disney) atingiram o recorde de US$ 7,4 bilhões no último trimestre. Isso representa um aumento de 70% em relação ao ano anterior. A divisão registrou lucro de US$ 2,2 bilhões no período, acima dos US$ 356 milhões de um ano antes.

Esse resultado é ainda mais surpreendente se considerar o número de visitantes nas atrações da Disney, que permanece abaixo dos níveis de antes da pandemia do coronavírus. Sendo assim, para diminuir o número de clientes enquanto o lucro cresce, o truque foi de aumentar drasticamente os preços e passar a cobrar por serviços e recursos que antes eram gratuitos.

Vale destacar que, apesar das reclamações, a Disney não mostra ter planos para mudar de estratégia. “Nossos preços de ingressos e restrições que colocamos sobre a frequência com que as pessoas podem vir e quando elas vêm são um reflexo direto da demanda. Quando é demais? A demanda nos dirá quando for demais”, disse Bob Chapek, CEO da Disney, em recente entrevista ao The Hollywood Reporter.

Chapek não faz questão de esconder que a estratégia é ter menos visitantes e tirar mais dinheiro de quem já é um consumidor da empresa. A lógica é a mesma usada em companhias aéreas: quanto mais a demanda, maiores os preços cobrados. Já estes variam todos os dias, inclusive os preços dos ingressos, o que dificulta o planejamento.

Genie+

Uma das principais reclamações dos brasileiros que foram à Disney recentemente foi em relação ao Genie+. Lançado em 2021, o aplicativo de smartphone custa US$ 15 por pessoa, por dia, além do preço da entrada. Ele permite que os frequentadores do parque entrem nos brinquedos sem pegar filas, formadas por quem não pagou pelo aplicativo.

Desse modo, a fila passa a ser virtual e a espera cai drasticamente, o que melhora a experiência nos brinquedos. Porém, o problema é que você precisa comprar o Genie+ à meia-noite do dia em que você for visitar o parque. O número de usuários é limitado. Depois, você pode agendar sua primeira atração às 7h da manhã. Somente após ir à primeira atração que você pode marcar a segunda e assim sucessivamente. Sem esse aplicativo, a espera para acessar os brinquedos é ainda mais longa do que era no passado.

Fonte: G1

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