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Doença mortal está crescendo em pessoas que fizeram resgate no 11 de setembro

POR Diogo Quiareli EM Curiosidades 16/01/20 às 19h04

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Os ataques, ou melhor, atentados terroristas de 11 de setembro marcaram a história do mundo. Essa foi uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos, coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda. O fato aconteceu no dia 11 de setembro de 2001. Na manhã do dia em questão, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Após isso, os sequestradores colidiram, intencionalmente, dois aviões contra as Torres Gêmeas. Essas eram do complexo empresarial do World Trade Center, localizado na cidade de Nova Iorque. O atentado matou todos os que estavam a bordo dos voos, além de várias pessoas que trabalhavam nos edifícios.

Duas horas depois, os dois edifícios desmoronaram, destruindo os edifícios vizinhos, causando ainda mais danos. O terceiro avião sequestrado naquele dia, colidiu contra o Pentágono. Essa é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia. O mais marcante, no entanto, foi o atentado no World Trade Center. Muitas pessoas trabalharam no resgate dos sobreviventes naquele dia. No entanto, o tempo passou e muitas dessas pessoas, que atuaram salvando vidas, estão correndo sérios riscos. Uma doença mortal está assombrando todos todos eles. Pensando melhor sobre isso, resolvemos trazer mais detalhes sobre isso para você, caro leitor. Compartilhe desde já, com seus amigos e, sem mais delongas, confira conosco.

Doença mortal que está crescendo nas pessoas que fizeram resgate no 11 de setembro

As pessoas, que atuaram no resgate e nas investigações que se sucederam ao atentado de 11 de setembro, tendem a sofrer com uma doença mortal. Eles têm uma maior probabilidade de desenvolver leucemia e vários outros tipos de câncer. Essa descoberta foi publicada no periódico científico JNCI Cancer Spectrum. Depois do atentado que matou diversas pessoas, cerca de 50 mil pessoas se envolveram nas buscas por sobreviventes. Eles atuaram diretamente no local. onde as Torres Gêmeas ruíram, naquele 11 de setembro.

A limpeza de toda a área durou meses e só terminou em junho de 2002. Esse foi o período em que os voluntários foram expostos a uma grande quantidade de toxinas. O pior de tudo é que essas toxinas são bastante prejudiciais à saúde. Outros estudos já haviam mostrado que esses trabalhadores tinham maior risco de desenvolver câncer de tireoide e de próstata. No entanto, foi revelado agora o risco de leucemia. Esse é um tipo de câncer que atinge os glóbulos brancos.

Segundo os especialistas, quem trabalhou nos destroços do 11 de setembro, ficou exposto a agentes cancerígenos, como o benzeno, por exemplo. A pesquisa foi realizada com base nos dados de 30 mil voluntários. Esses foram acompanhados entre 2002 e 2013. "O estudos mostraram aumento da incidência de vários tipos de câncer em comparação com trabalhos conduzidos anteriormente em períodos mais curtos". Foram essas as palavras de Susan Teitelbaum, uma das pesquisadoras. Segundo os pesquisadores, mas fatores como gênero e tabagismo ainda interferem no desenvolvimento da doença.

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Diogo Quiareli
Geminiano, 26 anos, goiano. Amante de música pop, fã de Katy e Luan.
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