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Mulher compra patins antigos e descobre que era dona deles 40 anos antes

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Renée Forrestall decidiu aos 60 anos voltar a patinar. A mulher comprou um par de patins antigos pela internet, após se decepcionar com modelos mais modernos. No entanto, o que ela não esperava era que tinha sido dona do objeto quatro décadas antes.

Em um vídeo com quase 2 milhões de visualizações no TikTok, a mulher, que vive no Canadá, disse como foi o encontro com parte de seu passado.

“Decidi tentar patinar novamente pela primeira vez em 40 anos. Comprei um par e usei por uma semana. Fiquei decepcionada que eles não eram tão bem feitos quanto costumavam ser. Então decidi procurar um par antigo”, escreveu ela na legenda.

Forrestall então encontrou um anúncio na internet. O dono não sabia qual era o tamanho, mas logo a mulher percebeu que eles eram muito parecidos aos que ela tinha na adolescência.

“Eu os provei e eles foram um encaixe perfeito. Quando olhei dentro, havia meu nome escrito com a minha letra. Eu chorei.”

O homem que vendeu os patins a Forrestall, James Bond (o nome dele, de acordo com informações do programa americano “Today”), afirmou que ficou com o par como parte das coisas deixadas pela mãe.

Em uma caixa, o homem também encontrou um livro de uma biblioteca onde Forrestall trabalhava na época em que vendeu inicialmente os patins. De acordo com a canadense, ela trabalhava no local enquanto frequentava uma faculdade de artes, que organizou uma feira de alunos onde o par foi vendido.

Irmãs com deficiência visual de nascença aprendem a andar de patins sozinhas

Foto: Arquivo Pessoal/ G1

Outra história comovente envolvendo patins aconteceu no Brasil. As irmãs Maria Lúcia e Júlia Sanches, de 11 e 13 anos, aprenderam a andar de patins sozinhas ainda pequenas mesmo com deficiência visual.

A mãe das meninas, Juliana Ribeiro Sanches, disse ao G1 que elas começaram a se interessar pelo patins após ela comprar um par para a filha mais nova.

“A Maria Lúcia começou a andar sozinha em casa. Na época, tinha uns 7 anos. Já a Júlia não gostava, tinha medo. Só andava de patinete. Até que um dia comprei para ela, que também aprendeu sozinha. Como já andei um dia quando mais nova, começamos a ir na praça praticar”, conta a mãe.

O incentivo de andar no parque foi maior com os grupos que usam patins. A mãe afirma que começaram a se entrosar com as pessoas e cada vez andavam mais. Com a pandemia, as idas ao parque diminuíram. Mas voltaram neste ano de 2022.

“Encontramos até uma van que aluga patins e até voltei a andar para incentivar elas também. Damos voltas juntas. Dou a mão porque sozinhas é perigoso. Às vezes, a Júlia quer andar sozinha, aí eu vou na frente guiando ela, falando a direção e ela acompanha. A minha filha mais velha também anda, ela fica com uma e eu com outra”, informou a mãe, falando sobre os cuidados com as filhas de 11 e 13 anos.

Deficiência visual

Foto: Arquivo Pessoal/ G1

As meninas contaram durante a entrevista que se sentem muito felizes ao andar de patins. “Eu gosto de andar porque é bem radical, gosto de adrenalina”, conta Maria Lúcia.

Juliana contou que a deficiência das filhas é de nascença. A mãe teve rubéola nas duas gestações, por não ter sido diagnosticada, isso acabou afetando a visão das duas meninas.

“Eu fui saber que tive rubéola só depois que a Júlia nasceu. Aí constatou que ela tinha microftalmia. Foi uma surpresa. Achei que ela não tinha globo ocular. Nisso os médicos já me avisaram que ela não ia enxergar”, disse a mãe.

Quando a Júlia tinha dois anos, Juliana ficou grávida da Maria Lúcia. Apesar dos médicos garantirem que ela não poderia ter rubéola duas vezes, ela afirma que sentiu os mesmos sintomas que teve na gravidez da primeira filha.

“Passei com o clínico e disse que estava com rubéola de novo. Ele me disse que não seria possível. Quando a Maria Lúcia nasceu, percebi que ela tinha o mesmo problema. No começo é difícil, muitos exames, médicos, terapias. Hoje, as duas usam olho de vidro”, disse a mãe.

Atualmente, mesmo com as dificuldades da deficiência física, as duas meninas não deixam de fazer atividades diárias. A mãe afirma que as filhas fazem aula de mobilidade, música, informática, alfabetização em braile e, claro, se divertem andando de patins.

Fonte: G1, TV TEM

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