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Nova imagem da NASA dos ”Pilares da Criação” é de tirar o fôlego

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Sempre foi a curiosidade que levou o ser humano a buscar e entender todos os tipos de coisas ao seu redor. Uma das coisas que mais nos fascina é o espaço. Uma região no universo tão imensa e que ainda conhecemos tão pouco. O homem já fez viagens e colocou satélites para conseguir o máximo de informação. Além de procurar variados fenômenos espaciais.

espaço é um local bastante misterioso e perigoso. É um lugar que possui estrelas mortas, abriga forças invisíveis que rasgam o universo com garras invisíveis e que é coberto de canibalismos astrais e assassinatos lunares. Mesmo com esses perigos, o espaço não deixa de ser um lugar fascinante e com vários fenômenos incríveis. O universo sempre nos mostra o quão pequenos e insignificantes somos diante da magnitude espacial.

Por décadas, o ser humano aponta lentes em direção ao céu para capturar imagens. Além disso, até mesmo os primeiros foguetes, que foram lançados ao espaço, trouxeram de volta, consigo câmeras do espaço.

No começo, as fotografias voltavam granuladas, pouco claras e incolores. A primeira imagem que foi tirada do espaço, por exemplo, foi de uma câmera cinematográfica de 33 milímetros.

Mais imagens do espaço apareceram, quando a NASA e a União Soviética exploraram a lua pela primeira vez. As pessoas que nasceram, nos anos 1950 e 1960, cresceram com fotos dos primeiros astronautas, caminhando na lua.

Dessa época para cá, várias outras missões foram feitas. E foram, cada vez mais, se sofisticando e indo ao espaço com câmeras melhores. Por causa disso, as crianças dos anos 1980 cresceram já com imagens bem nítidas. Surpreendentemente, elas exibiam de perto Saturno e Netuno. Por outro lado, as crianças de hoje já estão acostumadas com as fotos sendo ainda melhores. Do mesmo modo, coloridas e de alta qualidade, incluindo até os desertos de Marte.

Imagem

Pilar1 533x500, Fatos Desconhecidos

E uma das vistas mais icônicas do espaço são os “Pilares da Criação”, feita pelo telescópio espacial Hubble. Essa incrível visão da NASA e ESA foi capturada, pela primeira vez, em 1995. Mas a nova imagem que a agência conseguiu capturar dessa estrutura na Nebulosa da Águia é simplesmente de tirar o fôlego de qualquer um.

Nela, é possível ver o brilho radiante dos pilares na luz infravermelha. Além de também ser possível ver a luz infravermelha perfurando a poeira e gás, o que dá aos pilares uma sombra azulada linda.

Versões

Pilar2 508x500, Fatos Desconhecidos

A imagem, de 1995, é um composta de três imagens diferentes. Elas foram compiladas usando a luz visível. E nela, é possível ver os pilares da Nebulosa da Águia jogando gás hidrogênio fresco e poeira cósmica.

A versão nova é infravermelha, mas ela não é a primeira vez em que essa imagem é refeita. Em 2015, os astrônomos fizeram uma imagem mais detalhada, que também foi capturada usando a luz visível.

Pilar3 479x500, Fatos Desconhecidos

A Nebulosa da Águia foi descoberta, pela primeira vez, em 1745, pelo astrônomo suíço Jean-Philippe Loys de Cheseaux. Ela fica a cerca de sete mil anos-luz de nós. E é um berçário para estrelas na constelação de Serpens.

A estrutura dos “Pilares da Criação” é imensa, com entre quatro a cinco anos-luz de largura. Mas em comparação com a nebulosa em geral ela é uma estrutura relativamente pequena. Ao todo, a Nebulosa da Águia tem impressionantes 70 por 55 anos-luz.

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