
Para quem não sabe, a Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). Ela é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.
A infecção da Aids se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas da Aids, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo em todas as relações sexuais. Você pode conviver com uma pessoa portadora do HIV ou da Aids. Pode beijar, abraçar, dar carinho e compartilhar do mesmo espaço físico sem ter medo de pegar o vírus.

É basicamente assim: quando o indivíduo é exposto ao vírus, dois medicamentos antirretrovirais, chamados de tenofovir e entricitabina, que estão dentro da pílula, agem para que o HIV não se torne uma infecção permanente. Mas apesar de ser aprovada, ela foi muito criticada por acreditarem que a pílula poderia dar uma falsa noção de segurança.
Os cientistas consideram a pílula como a nova “vacina” da doença que protege os usuários do HIV. Os pesquisadores concluíram que 657 homens gays ou bissexuais que tomavam o remédio há dois anos e meio. E, segundo os estudos, todos os pacientes tinham altas taxas de infecções sexualmente transmissíveis. Além disso, muitos deles utilizaram drogas injetáveis ou diminuíram o uso do preservativo durante o tratamento.

A novidade agora foi a descoberta da eficácia dessa nova forma de usar a pílula: antes e depois do sexo. Os resultados ainda não são suficientes para mudar a forma da prescrição do medicamento, mas foram celebrada como um novo caminho para prevenir a Aids.
Apesar de comemorada por grande parte da comunidade científica, a nova indicação para o Truvada foi rejeitada por alguns grupos de prevenção da Aids, segundo eles, as pessoas se acomodariam e deixariam de lado os métodos preventivos considerados mais eficazes, ou seja, a camisinha que previne contra Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis como hepatites e a sífiles. Por isso, é indispensável o uso do preservativo!
Fonte: UOL



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