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Seguidores lamentam a morte de ‘Hulk brasileiro’, Valdir Segato

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Seguidores de Valdir Segato, conhecido como o “Hulk brasileiro”, passaram por um dia triste na terça-feira (26), data do aniversário de 55 anos do fisioculturista. Isso porque foi o dia que ele também partiu para outra, em Ribeirão Preto, São Paulo.

Para homenagear o Hulk brasileiro, fãs produziram vídeos em que é possível ver a admiração de seus seguidores. “Essa foi uma notícia que acabou com meu dia”, escreveu um internauta. “Viveu o sonho desejado”, disse outro.

Apesar da tristeza, vários fãs não ficaram surpresos com a notícia, visto que vinham alertando Valdir Segato sobre os riscos da injeção de óleo mineral no corpo. Esse teria sido o segredo por trás de seus músculos avantajados, que garantiram o apelido de Hulk.

Sendo assim, o velório e o sepultamento de Valdir Segato aconteceram na tarde de quarta-feira (27), no cemitério Bom Pastor, em Ribeirão. Até o momento, não se sabe a causa da morte de Segato.

Hulk brasileiro

Valdir Segato

Tik Tok/Reprodução

Valdir Segato conquistou reconhecimento mundial em 2016 depois de dar uma entrevista ao jornal britânico Daily Mail. Na ocasião, Segato contou que injetava Synthol, um óleo mineral, nos músculos.


Vale destacar que o uso do óleo mineral é contraindicado pelos médicos e o fisioculturista afirmou ter consciência dos perigos. No entanto, ele decidiu prosseguir com seu sonho de aumentar o bíceps até 68 centímetros de diâmetro.

Assim, Valdir Segato conquistou 1,7 milhão de seguidores e mais de 19 milhões de curtidas só no TikTok. Na rede social de vídeos, o Hulk brasileiro postava vídeos descontraídos compartilhando sua rotina, e também exibindo seus músculos gigantes.

Jovem faz própria rinoplastia

Outra notícia que chocou o Brasil recentemente na área de beleza e modificação corporal foi de um jovem de 25 anos que decidiu realizar a própria rinoplastia após assistir a um vídeo no YouTube.

Então, o jovem procurou ajuda médica após tentar fazer a própria rinoplastia na quarta-feira, 20. Segundo o perfil no Instagram, @esteticaderisco, no dia após a tentativa, ele procurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em São Paulo, por medo de infecção.

De acordo com o próprio jovem, ele usou álcool 70% durante todo o procedimento. Porém, não usou luvas e evitou limpar o sangue acumulado para não abrir os pontos. Além disso, ele revelou que usou anestésico veterinário e finalizou o procedimento realizando sutura com fio absorvível e cola super-bonder.

O jovem, que não teve a idade revelada, contou que já fez outros dois procedimentos em si mesmo. Já o vídeo que ele acessou foi removido do YouTube.

Mulheres optam por explante de silicone

Reprodução

Enquanto alguns adicionam e mudam seus corpos, outros buscam reverter o que já foi feito. Dessa forma, por uma variedade de razões, entre rupturas e desconforto, mais mulheres estão retirando silicone de seus corpos.

Enquanto o aumento dos seios continua sendo uma das cirurgias estéticas mais comuns ao redor do mundo, cirurgiões estão percebendo um aumento em mulheres que optam pelo explante. Segundo o doutor Mark Lee, a estatística aumentou de cerca de 5 por ano para mais de 100.

Uma clínica com sede na cidade de Sydney, na Austrália, também pontuou um aumento de casos de explante de silicone. “Nos últimos dois a três anos, a cirurgia de explantes vem crescendo. Nós experimentamos um aumento de 30-50 por cento do procedimento apenas em nossa clínica. Em média, realizamos de 12 a 14 procedimentos de remoção de implantes mamários por mês.”

Um dos principais motivos para o explante são as complicações que derivam do procedimento. Assim sendo, o médico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, mestre na Escola Paulista de Medicina (UNIDESP), alerta que há diferenças entre a “doença do silicone” e a “síndrome Asia”.

“Tem uma entidade que estão falando muito que é a doença do silicone. É um termo bem amplo, genérico. Muitos sinais e sintomas relacionados à presença do silicone, tanto de forma local, onde o implante está, como também sistêmicos, ou seja, no corpo, como dor articular, boca e olho seco, perda de memória, queda de cabelo”.

A doença do silicone é um termo genérico, que pode englobar todas as complicações derivadas do implante. No entanto, muitos associam a doença do silicone apenas com a toxicidade causada pela presença do material, que pode ocorrer o extravasamento sem ele estar rompido.

Já a síndrome Asia, da sigla em inglês Autoimmune Syndrome Induced by Adjuvants ( Síndrome Autoimune Induzida por Adjuvante) ocorre quando o implante de silicone atua como gatilho para desenvolver sintomas parecidos aos das doenças reumatológicas e autoimune. Por exemplo, dor nas articulações, cansaço, distúrbios de sono, perda de cabelo, olho e boca secos são alguns sintomas.

Fonte: G1

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