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Um grupo de estrelas está agindo de forma estranha, entenda

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A Via Láctea tem um passado turbulento com seus vizinhos intergalácticos. O último desses eventos teria acontecido há cerca de 300 bilhões de anos atrás e ainda deixa marcas em nossa órbita. O ocorrido foi que uma centena de milhares de estrelas deixaram nossa órbita e agora têm se comportado de uma forma não usual.

Além de orbitar em torno do centro galáctico da Via Láctea, elas também estão se orbitando umas às outras, o que formou um gigantesco emaranhado. Algo em forma de um gigante caracol. No entanto, as coisas não são assim tão simples, isso gerou em nossa galáxia um grande distúrbio gravitacional.

Como surgiu o emaranhado de estrelas?

O emaranhado de estrelas surgiu de uma espécie de atropelamento espacial. Há cerca de 300 a 900 bilhões de anos atrás, uma galáxia satélite passou pela Via Láctea e a sua gravidade fez com que as estrelas fossem levadas de seu local original.

A principal suspeita de ter causado essa bagunça é a galáxia anã de Sagitário. Ela está ao redor da Via Láctea e já teria passado perto de nossa galáxia há milhões de anos atrás, algo entre 1 bilhão e 200 milhões de anos atrás. O mesmo período em que a pertubação teria ocorrido.

A anã de Sagitário teria funcionado como uma espécie de imã. Por ter chegado tão próximo, ela foi capaz de capturar alguns milhões de estrela e carregá-las para fora de sua órbita regular. Durante algum tempo, elas permanecerão dentro da Via Láctea, mas acabaram por ser arrastadas completamente para fora de nossa galáxia.

O futuro do aglomerado

Apesar de ter ocorrido há milhões de anos atrás, os cientistas continuam a perceber os efeitos que esse acidente causou à. Via Láctea. Milhares de estrelas foram perdidas e agora não mais orbitam nossa galáxia.

Agora, o futuro da culpada disso tudo, parece não ser muito próspero. Os estudiosos acreditam que a Via Láctea está absorvendo aos poucos as estrelas da anã sagitaria. Algo similar ao que ocorreu, só que em uma proporção muito maior, que pode destruir por completo a galáxia anã nos próximos 100 milhões de anos.

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