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6 dos piores assassinos em série

POR A Redação    EM Curiosidades      26/07/14 às 14h08

Um assassino em série, também conhecido pelo termo em inglês "serial killer", é uma pessoa que apresenta um perfil psicopatológico e costuma cometer assassinatos, na maioria das vezes, padronizados e deixando algo como sua assinatura . O país com o maior número de assassinos em série conhecidos é o Estados Unidos, que possui 84% dos casos registrados no mundo desde o ano de 1980. A maioria daqueles que foram capturados, apresentavam-se como cidadãos normais e bem-sucedidos e nenhuma suspeita a primeira vista.

Em 1988, o Instituto Nacional de Justiça criou uma definição para o termo "assassino em série", veja: "Uma série de dois ou mais assassinatos cometidos como eventos separados, normalmente, mas nem sempre, por um infrator atuando isolado. Os crimes podem ocorrer durante um período de tempo que varia desde horas até anos. Quase sempre o motivo é psicológico, e o comportamento do infrator e a evidência física observada nas cenas dos crimes refletiram nuances sádicas e sexuais."

Confira agora a lista com os 6 piores assassinos em série já registrados:

6. Joachim Kroll (1933 - 1991)

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Kroll tinha nacionalidade alemã e era conhecido como Ruhr Cannibal. Além de matar as vítimas, ele também comia as carnes delas. Kroll foi preso por 8 assassinatos, mas confessou 13.

Em 1976, Kroll foi capturado por matar uma criança de 4 anos, chamada Marion Ketter. O corpo da menina foi encontrado pela polícia completamente desmembrado. Algumas partes do corpo foram encontradas na geladeira e uma mão estava sendo cozinhada em uma panela. Os intestinos foram encontrados em tubo de resídios.

Joachim Kroll afirmou que ele matava e comia a carne de suas vítimas para poder economizar nas compras de casa. Ele foi condenado a prisão perpétua e morreu em 1991 por um ataque cardíaco.

5. Andrei Chikatilo (1936 - 1994)

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Chikatilo era conhecido também como "Açougueiro de Rostov" e "O Estripador Vermelho". Ele foi condenado por matar 53 mulheres e crianças em um período de 12 anos.

Em 1978, ele mudou para uma cidade da Ucrânia que ficava próximo a Rostov e comprou uma casa em segredo. Em dezembro, dia 22, ele atraiu uma criança para o local e tentou estupra-la. Como a menina lutava muito contra Andrei, ele a esfaqueou até a morte. Enquanto a esfaqueava, Andrei atingiu o orgasmo e, desde então, só foi capaz de se satisfazer sexualmente esfaqueando mulheres e crianças do sexo feminino.

Devido a censura da mídia na União Soviética na época, casos de estupro e assassinatos praticamente não eram divulgados, o que facilitou bastante a atividade de Andrei. Ele só foi preso ao ser flagrado tentando se aproximar de crianças.

Andrei foi mantido em uma jaula durante o julgamento construída para a sua própria proteção contra os familiares das vítimas. Ele foi condenado a morte por 52 de 53 dos crimes cometidos. Ele foi executado por fuzilamento (tiro na parte de trás da cabeça) em 14 de fevereiro de 1994, depois que o presidente russo Boris Yeltsin recusou um último apelo por clemência.

4. Jeffrey Dahmer (1960 - 1994)

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Dahmer foi responsável pela morte de 17 homens e garotos entre o 1978 e 1991. Seu primeiro crime foi ao 18 anos, onde matou Steven Hicks, que o chamou para sua casa, e justificou como "Hicks não queria que eu fosse embora".

Em 1988, Dahmer foi preso por acariciar sexualmente um garoto, que era seu irmão,  de 13 anos. Ele cumpriu 10 meses na prisão e depois saiu com condicional. Depois disso, ele começou uma série de assassinatos. Em 1991, o irmão de Jeffrey foi encontrado nu andando na rua. Dahmer disse que Milwaukee era seu amante e haviam tido uma discussão enquanto bebiam, mas o menino negou tudo. Na mesma noite, Dahmer matou e desmembrou o irmão, depois guardou o crânio como lembrança.

Em 1991, Dahmer conseguiu atrair um homem chamado Tracy Edwards para o seu apartamento. Após tentar algema-lo, Tracy conseguiu fugir e chamar a polícia. Ao chegar no apartamento, foi encontrado vários cadáveres armazenados em cubas com ácidos, cabeças decepadas na geladeira e itens para a construção de um altar de velas e crânios foram encontrados no armário.

Drahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e possivelmente uma forma de trepanação, a fim de criar os chamados "zumbis". Ele foi condenado a prisão perpétua por todos os 15 assassinatos e morreu de traumatismo craniano após ser espancado até a morte pelo companheiro de cela Christopher Scarver.

3. Richard Trenton Chase (1950 - 1980)

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Conhecido como "O Vampiro de Sacramento", Richard chegou a matar seis pessoas em um mês na Califórnia. Ele costumava tomar o sangue das vítimas e comer partes de seus corpos. Richard acreditava que ao se alimentar de suas vítimas, ele estaria isento dos ataques nazistas que, de acordo com ele, estariam procurando-o na intenção de transformar seu sangue em pó.

Richard matou um engenheiro, Ambrose Griffin, que era pai de 2 filhos, uma mulher, Teresa Wallin, que estava grávida de 3 meses e invadiu a casa de Evelyn Miroth, que estava com o vizinho, Don Meredith, e matou os dois. Além disso, encontrou o filho e sobrinho de Evelyn, respectivamente com 6 e 2 anos de idade. Matou os dois de forma cruel, cometendo atos de necrofilia e canibalismo.

Depois de matar as crianças, Richard voltou para casa e comeu alguns órgãos das crianças e bebeu o sangue. Richard foi preso devido a uma testemunha que o viu deixando os corpos das crianças em uma igreja. Quando preso, foi condenado a morrer na câmara de gás.  Em dezembro de 1980, ele foi encontrado morto em sua cela. A autópsia diz que ele morreu devido a uma overdose proposital causada por um remédio antidepressivo prescrito pelo médico.

2. Albert Fish (1870 - 1936)

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Albert Fish se orgulhava de ter molestado mais de 100 crianças. Também conhecido como "Homem Cinza", "O Lobisomen de Wysteria" ou "O Vampiro do Brooklyn", foi suspeito de 5 assassinatos e confessou ter assassinado 3 e atacado com facadas outras 2 pessoas.

Fish admitiu para uma mãe ter chicoteado o seu filho até sangue escorrer pelo corpo do garoto, depois cortou as orelhas, o nariz e a boca. Em seguida, furou os olhos da vítima fazendo com que o menino morresse agonizado. Já depois de morto, Fish cortou a barriga do menino e bebeu o seu sangue e, em seguida, o esquartejou e guardou partes do menino dentro de sacos de batata.

"Eu fiz um guisado de seus ouvidos, nariz e pedaços de seu rosto e barriga. coloquei as cebolas, cenouras, nabos, aipo, sal e pimenta. Foi muito bom. Comi também tiras de seus glúteos com bacon. Eu coloquei a carne dentro do forno, e após algum tempo assando, derramei cerca de um litro de água sobre a carne com um molho e cebolas. Em intervalos frequentes eu mexia o traseiro com uma colher de pau. Assim, a carne seria mais suculenta. Em cerca de duas horas ficou marrom e bem cozida. Eu nunca havia comido nenhum peru assado tão bom quanto à gordura daquilo que cozinhei" - disse Fish.

Os psiquiatras que estavam presente durante o julgamento do assassino disseram que coprofilia, urofilia, pedofilia e masoquismo eram apenas alguns dos fetiches sexuais do homem. Fish foi condenado e logo executado.

1. Gilles de Rais (1404 - 1440)

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Gilles era um nobre francês que antes de cometer crimes comandava o exército de Joana d'Arc, mas acredita-se que ela nunca o conheceu. Ele chegou a ser condenado por matar, torturar e e estuprar centenas de crianças, sendo a maioria garotos.

As vítimas sobreviventes relataram que Rais atraía as crianças para a sua casa, especialmente os loiros de olhos azuis, e os abusava sexualmente, depois torturava e mutilava. Ele juntamente com seus cúmplices decapitava a cabeça de suas vítimas e e avaliavam qual criança de fato deveria mesmo ter tido tal punição.

A maioria dos corpos foram enterrados ou queimados, mas estima-se que entre 80 e 200 crianças foram assassinadas pelo capitão. De acordo com cúmplices dele, ele apreciava ver suas vítimas agoniadas. Ele mandava seus servos cortarem as veias das crianças para poder ver o sangue escorrendo e se banhar nele.

Quando a criança morria, o capitão chorava e fazia orações em uma cama pelas almas das crianças. No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus "colaboradores" foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.

 

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