
O Japão sempre foi referência em inovações tecnológicas e futurísticas em todo o mundo. O que muita gente não sabe é que o país também desenvolve vários hábitos inovadores em outros campos, como o dos fetiches sexuais.
Acredita-se que os desejos bizarros seja reflexo de um momento de crise sentimental vivido pelos jovens do país. Estudos recentes apontaram que na faixa de 18 a 34 anos, 50% das mulheres e 60% dos homens estão solteiros.
Por conta do momento, aliado ao fato cultural dos problemas de comunicação e afetividade que os japoneses costumam ter, é natural que surjam alternativas e fetiches bizarros. Acompanhe alguns desses desejos compilados nessa lista.
Inspirados por grandes travesseiros de marinheiros holandeses, os japoneses criaram sua própria versão. Chamadas de ‘waifus’, em referência ao termo wife – esposa, em inglês -, os travesseiros evoluíram para as bonecas eróticas mais reais da atualidade. As bonecas são feitas de silicone e podem custar até 6 mil dólares. O fetiche com as bonecas é levado tão a sério que quando um usuário quer comprar uma nova, ou devolver a que possui, é realizado um funeral para a moça de mentira.
Culturalmente, as mulheres japoneses foram ensinadas a nunca peidar na frente de outras pessoas. Por causa da proibição, o hábito se tornou misterioso e intrigante para vários homens, que desenvolveram fetiche pela prática. Além do cheiro, os fetichistas amam o som alto produzido na emissão dos gases e até pedem que as mulheres peidem em seus rostos.
Um popular fetiche no Japão envolve a admiração por dentes e todas as atividades que os envolvem. Os fetichistas admiram imagens de pessoas comendo, escovando os dentes e usando fios dentais. Alguns mais radicais admiram até mesmo fotos de exames dentais e raios-x. Para o grupo admirador do Ha Daisuki – amor por dente, em tradução livre -, o ato mais erótico possível é mascar chicletes.
Originado no Japão, esse fetiche se popularizou em outros lugares do mundo. Se trata de clubes, bares e bordeis que reproduzem ambientes temáticos. A decoração dos locais e os trajes das mulheres copia lugares como aviões, salas de aula ou metrôs. Lá, os fetichistas podem simular a realização de fantasias sexuais específicas e bizarras como agarrar mulheres em lugar públicos, tirar fotos por baixa de saias ou roubar calcinhas.
Esse fetiche é similar ao de pessoas que amam dentes. Não necessariamente o fetiche envolve nudez ou atos sexuais, mas apenas a ação de cortes de cabelo ou de imagens que remetem ao fato são suficientes para o estímulo. É comum que atrizes usem perucas longas e gravem cenas cortando os cabelos falsos para o prazer dos fetichistas.
O termo bebigyaru é uma variação japonesa para ‘baby girl’. O fetiche é exatamente o que o nome diz e inclui coisas como usar fraldas e chupetas ou beber em mamadeiras. As garotas se vestem e são tratadas como bebês pelos homem com essa tara, geralmente trabalhadores de meia idade que já não tem contato diário com pequenas crianças. E por causa dos hábitos de cosplay, os fetiches com fraldas tem se tornado cada vez mais populares no Japão.
O fetiche mais popular do Japão envolve as coxas expostas, numa combinação de saias curtas com meias longas, acima do joelho. Nos filmes, séries e animes frequentemente as musas são retratadas com esse visual e provocam homens por todo o país. Acredita-se que a origem do fetiche seja da admiração por meninas em uniformes escolares.
Existem ainda uma série de hábitos estranhos originados no Japão que tem se tornado cada vez mais populares com a propagação de animes, mangás e seriados japoneses. Os costumes variam de fantasias a aparatos tecnológicos e tem dado vida a sonhos sexuais bizarros.






