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7 procurados internacionais que já moraram no Brasil

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A gente sempre ouve falar dos fugitivos da polícia. Muitas vezes, essas procurados cometeram crimes graves e fugiram do país em que moram. Para facilitar o trabalho da polícia, são criadas diversas listas. Em síntese, elas incluem desde os fugitivos mais procurados, passando por terroristas, além das mais específicas pessoas procuradas por crimes graves, como crimes contra crianças, delitos cibernéticos e crimes de ‘colarinho branco’. O principal objetivo é tornar os rostos desses indivíduos procurados, tidos como os mais perigosos, mais conhecidos entre a população.

Isso tudo é bem distante da realidade de muitas pessoas. Entretanto, alguns criminosos, que fazem parte destas listas, podem estar mais próximos do que a gente pensa. Conheça sete foragidos que foram encontrados no Brasil.

#1 – Roger Pinto Molina

Assassinosbrasil, Fatos Desconhecidos

Em síntese, o ex-senador boliviano foi acusado de participar do massacre em Porvenir, ocorrido em 11 de setembro 2008. Posteriormente, ele refugiou-se na embaixada brasileira de La Paz, em 2012. Naquele mesmo ano, conseguiu asilo político no Brasil. Ele acabou fugindo daqui em 2013.

#2 – Cesare Battisti

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Cesare era um membro da organização Proletários Armados do Comunismo (PAC). Ele foi condenado a 12 anos de prisão na Itália, após o assassinato de quatro pessoas, no ano de 1979. Usando documentos falsos, ele foi detido no Rio de Janeiro, em março de 2007. Em síntese, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela não extradição, em 2011. Após muita pressão dos governantes e da sociedade, Battisti acabou sendo extraditado para o país de origem, em dezembro de 2018.

#3 – Alfredo Stroessner

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Alfredo Stroessner foi ditador do Paraguai entre os anos de 1954 e 1989. Posteriormente, ele terminou sua carreira com outro golpe militar. Segundo entidades de direitos humanos, foram atribuídos a ele 900 assassinatos e desaparecimentos, durante a sua permanência no governo. Alfredo viveu como refugiado, em Brasília, até falecer, em 2006.

#4 – Albert Pierre

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Posteriormente à queda do governo de “Baby Doc” Duvalier, em 1986, centenas de milhares de pessoas fugiram do Haiti. Em suma, as fugas eram à procura de exílio em outros países. Albert, ex-chefe da polícia secreta haitiana,  foi uma dessas pessoas. Acusado de assassinar, torturar e violar os direitos humanos dos opositores ao regime do Haiti, o homem conquistou o refúgio ainda em 1986.

#5 – Achille Lollo

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Combatente do grupo italiano “Poder Operário”, foi condenado a 18 anos de prisão. Foi acusado de cometer dois homicídios, em uma residência. Essa ação foi realizada pelo grupo para reivindicar providências do Estado, para alguns assuntos. A polícia o prendeu, em 1993, no Rio de Janeiro. Entretanto, a sua extradição foi negada.

#6 – George Bidault

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Com a independência da Argélia, George Criou o grupo terrorista Organisation Armée Secrète (“Organização Exército Secreto”). Em suma, seu bando culminou em 2 mil mortesm em atentados a bombas e assassinato entre os anos de 1962 e 1963. Antes de comandar o grupo, Bidault era primeiro-ministro da França. Depois , entretanto, se voltou contra o governo. Veio para o Brasil, onde viveu com a esposa durante quatro anos, até ganhar a anistia na França.

#7 – Gustav Wagner

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Membro das SS, Wagner trabalhou no campo de extermínio de Sobibor, na Polônia. O soldado era pessoalmente responsável por selecionar quem seria usado nos trabalhos forçados e quem ia para a câmara de gás. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, fugiu para escapar da execução, chegando ao Brasil, em 1950.

Aparentemente, um acidente nuclear russo foi escondido da humanidade

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