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Acredite se quiser, mas isto é a boca de uma tartaruga

POR Leticia Rocha    EM Mundo Animal      19/09/18 às 14h37

As Dermochelys coriaceatambém conhecidas como tartarugas de couro ou tartarugas gigantes, podem chegar a incríveis 2 metros de comprimento. Outro aspecto ligado ao seu nome é sua pele, que se assemelha ao couro, pois é mais fina que os cascos usuais.

A tartaruga tem grande atividade migratória e pode ser encontrada em todos os oceanos. Elas só vão à costa na época de desova, no Brasil e o local em que costumam depositar seus ovos é no litoral do Espírito Santo.

Durante a desova as tartarugas emitem rugidos profundos, muito similares aos emitidos por mamíferos. Além disso, as tartarugas lacrimejam óleo durante esse processo, o que serve para manter os olhos úmidos durante a posta de ovos. Os indígenas costumavam dizer que elas choravam enquanto se reproduziam.

Boca assustadora

A maior tartaruga do mundo é também dona de uma das bocas mais assustadoras da natureza. Apesar de não parecer, a tartaruga tem dezenas de dentes, mas isso tem uma explicação muito justa.

As tartarugas se alimentam principalmente de águas-vivas. E devido ao seu tamanho nada modesto, a tartaruga que chega a pesar 700 quilos, precisa ingerir várias águas-vivas para se manter bem alimentada. Apesar de a presa não ser muito rápida, é difícil prendê-la e toda essa quantidade de dentes facilita nesse processo de abocanhar e não deixar escapar nada.

Curiosidades sobre a tartaruga de couro

Diferente da maioria das espécies de tartaruga, esta em específico, não consegue contrair o pescoço para dentro do casco. Já que o casco e o corpo são um só.

As tartarugas gigantes podem viver até 300 anos, no entanto, apesar da longevidade é um animal em risco de extinção. Isso por conta de diversos fatores, como a coleta de seus ovos e captura acidental em pescas.

Outro fator preocupante é a ingestão de plástico. Por diversas vezes as tartarugas confundem o lixo marítimo com alimento e acabam ingerindo resíduos sólidos.  Isso tem levado a morte de inúmeros animais marinhos, que não conseguem digerir a substância. Em alguns locais da costa brasileira, a presença do animal já sofreu uma queda significativa.

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Leticia Rocha
Estudante de Jornalismo, apaixonada por pequi, vendedora de pão de mel e de tudo que colocar na minha mão!
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